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Pesquisa aponta que 57% dos motoristas brasileiros não usam ao seta ao mudar de faixa

A seta de um carro é um dispositivo utilizado para sinalizar a direção que a pessoa deseja seguir. Porém, nem todo mundo segue aquelas orientações que aprenderam lá na autoescola – de dar seta sempre que for mudar de faixa. Foi pensando nisso, que a concessionária Arteris realizou uma pesquisa que mostra que a maioria dos motoristas brasileiros não usa seta ao mudar de faixa na rodovia.

A pesquisa revelou que 57,5% dos condutores, quando vão mudar para outra faixa, não sinalizam. Os dados foram comprovados por meio de pesquisa realizada com aproximadamente 82 mil veículos.

O método utilizado para desenvolver o estudo foi o mesmo aplicado em teste na Europa. Segundo os dados, 26% dos motoristas erram, como grande parte dos brasileiros. Já na Espanha, o índice foi de 39,6%.

Segundo o instrutor Richard Assis, que trabalha na profissão há 18 anos, a seta é algo muito importante e que deve sempre ser utilizada. Para ele, as pessoas que deixam de dar seta acreditam que não seja necessário respeitar aquele que venha no veículo que vem atrás.

De acordo com o instrutor, o dispositivo de sinalização é uma questão de educação e de respeito ao próximo. Ele cita exemplo disso a Índia, em que, mesmo sem sinalização, o trânsito flui melhor que no Brasil, porque os cidadãos se respeitam. “O não uso da seta implica em acidentes, discussão no trânsito e estresse”, completa o profissional.

Não dar seta pode prejudicar a decisão de outros motoristas. Além disso, é um meio de evitar colisões e é uma infração grave, com penalidade de perda de 5 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 195,23.

Uso do cinto de segurança

Além de mostrar o não uso da seta, a pesquisa revela que, com o do cinto de segurança, a situação é inversa, pois apenas 1% dos passageiros da frente foram flagrados sem o dispositivo de segurança.

Mas já na parte de trás do veículo, o cinto não é utilizado por 48% dos passageiros. De acordo com o gerente de operações da Arteris, Elvis Granzotti, há uma falsa sensação de segurança no banco de trás. Por esse motivo as pessoas diminuem seu uso.

 

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