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Repórter da Globo tem calça rasgada pela força do vento ao cobrir furacão nos EUA

A repórter Carolina Cimenti, da GloboNews, está em Miami, nos Estados Unidos, para cobrir a passagem do furacão Irma pelo sul da Flórida. Nesse domingo (10), ela fazia uma transmissão ao vivo a respeito do assunto quando foi surpreendida pela força do vento.

A jornalista foi avisada de que a calça que ela usava chegou a ser rasgada pela intensidade da corrente de ar. O vídeo que mostra o inusitado momento foi publicado no YouTube e é o primeiro entre as gravações “em alta” no Brasil nesta segunda (11).

Por meio das redes sociais, internautas questionaram se a repórter está em segurança e se era realmente necessário colocá-la para cobrir o furacão na rua. A âncora do programa, Cecília Flesch, explicou, no entanto, que a colega está fora de perigo.

As imagens surpreendem também por mostrar um repórter norte-americano enfrentando a força do vento para fazer um vídeo de dentro do olho do furacão. É possível vê-lo sendo literalmente arrastado enquanto tenta andar. Assista ao vídeo abaixo:

O Irma

O furacão Irma “quebrou uma série de recordes” e já é considerado o mais forte do Atlântico fora do Caribe e Golfo do México, segundo a ONU. O fenômeno teve ventos que ultrapassaram os 297 quilômetros horários durante 37 horas. Com isso, o Irma torna-se o furacão de maior intensidade até agora. A informação é da ONU News.

Para chegar às conclusões, a Organização Mundial de Meteorologia (OMM), em Genebra, usou dados obtidos por especialistas em tempestades tropicais da Universidade do Estado de Colorado.

De acordo com a informação, o Irma também gerou a maior energia ciclônica acumulada do que as oito primeiras tempestades combinadas desta temporada de furacões do Atlântico, desde o Arlene até o furacão Harvey.

Furacão Irma sobre o Caribe, o mais forte registrado no Oceano Atlântico Divulgação/Nasa

Falando a jornalistas, porta-vozes de agências da ONU afirmaram que as reservas alimentares de contingência enviadas para o Haiti são suficientes para atemder mais de 150 mil pessoas em um mês e que os caminhões conseguiram chegar ao norte do país.

De acordo com especialistas, simulações recentes revelaram que há uma possibilidade de aumento da frequência de furacões de categorias 4 ou 5 e de registos de clima mais quente durante o século 21. O Irma foi um dos três furacões ativos semana passada na região da bacia atlântica, juntamente com o José e o Cátia, numa “situação rara mas não sem precedentes”. O mesmo ocorreu em em 1967, 1980, 1995, 1998 e 2010.

As ilhas baixas do Caribe que incluem São Martinho, St. Maarten e Barbuda, bastante atingidas, declararam estados de emergência nas áreas afetadas.

Com Agência Brasil 

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Roberth Costa

Roberth Costa é publicitário, repórter e editor no Bhaz.

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