Home Notícias BH Com fontes desligadas há sete meses e sem previsão de retorno, praça da Estação perde brilho e atrai menos visitantes

Com fontes desligadas há sete meses e sem previsão de retorno, praça da Estação perde brilho e atrai menos visitantes

A praça da Estação, na região Central de Belo Horizonte, perdeu parte de seu brilho, há cerca de sete meses, devido ao desligamento das fontes que ficam no local. O não funcionamento das instalações faz com que o espaço receba menos visitantes e olhares, além de mudar a paisagem. Percebida por turistas e moradores, a situação não deve mudar tão cedo, já que a Prefeitura da Capital ainda não definiu prazo para religar os equipamentos.

De acordo com a Superintendência Municipal de Desenvolvimento (Sudecap), as fontes estão desligadas por causa de um reparo que é realizado nas bombas que mantém o sistema de águas. A rede de energia elétrica que movimenta os chafarizes é outro fator que impede o religamento imediato deles. Segundo o órgão, o padrão instalado para atender a iniciativa precisa ser trocado por um novo, já que a potência dele é considerada insuficiente.

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Em dias de calor, fontes da praça da Estação aliviavam frequentadores do espaço.
Fotos: Divulgação/PrefeituradeBH – Reprodução/Facebook

Apesar de explicar os motivos pelos quais as fontes estão sem funcionar, a Sudecap não informou o prazo previsto para que elas sejam religadas. Enquanto isso, a praça da Estação continuará passando a impressão de que, além de água, falta cuidado e manutenção por parte dos responsáveis pelo gerenciamento da área.

Vale lembrar que a praça Rui Barbosa, nome oficial do espaço, teve obras de requalificação entregues em 2004. Com R$ 5,1 milhões investidos, ela foi adequada para receber grandes eventos e milhares de pessoas. No entanto, a ocupação espontânea do local gerou impasse entre a administração pública e integrantes de movimentos sociais. A partir de então, o evento conhecido como “Praia da Estação” começou a ser realizado na praça, como forma de protesto e enfrentamento contra a proibição dos acessos aos espaços públicos da Capital. A iniciativa, que completou quatro anos na última semana, também busca expôr críticas contra o Poder Público no Município e no Estado.

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