Home Notícias BH Polícia Civil apresenta suspeitos de matar funcionária pública em Poços de Caldas

Polícia Civil apresenta suspeitos de matar funcionária pública em Poços de Caldas

A Polícia Civil apresentou, na tarde de terça-feira (11), os suspeitos de assassinarem a funcionária pública Andrea Araújo de Almeida, de 34 anos, desaparecida desde o dia 15 de janeiro, quando estava a caminho de casa, em Poços de Caldas.

Andréa Araújo de Almeida Foto: Divulgação/Polícia Civil
Andréa Araújo de Almeida
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Foram presos cinco suspeitos, entre eles, o empresário João Batista dos Reis (mais conhecido como João do Papelão), de 54 anos, ex- companheiro da vítima. As investigações foram realizadas pelo 18º Departamento de Poços de Caldas em parceria com o Departamento de Investigações de Crimes Contra o Patrimônio (DICCP).  Ednilson Martins de Souza (o Paulista), de 37 anos; Luciano Monteiro Santos (o Galego), de 39; Márcio da Silva Santos (o Negão), de 29; e Liliane Gonçalves da Silva, de 29, esposa de Ednilson, foram identificados como executores.

João Batista dos Reis Foto: Divulgação/Polícia Civil
João Batista dos Reis
Foto: Divulgação/Polícia Civil

Segundo as investigações, a vítima foi abordada por dois suspeitos, quando seguia em seu carro, na rua Bolívia, no bairro Jardim Quisisana. Ela conversava com a irmã no telefone, que chegou a ouvir a voz dos criminosos. “Para o carro, isso é um sequestro. Você vem com a gente!”, dizia um deles.

Ednilson Martins Souza; Liliane Gonçalves da Silva; Luciano Monteiro Santos; Márcio da Silva Santos Foto: Divulgação/Polícia Civil
Ednilson Martins Souza; Liliane Gonçalves da Silva; Luciano Monteiro Santos; Márcio da Silva Santos
Foto: Divulgação/Polícia Civil

O veículo foi abandonado no local e pertences da funcionária foram achados dias depois do ocorrido, em uma plantação da fazenda Manacá, zona rural da cidade. A Polícia Civil (PC) confirmou, no dia 23 de janeiro, que agentes da Divisão de Operações Especiais (Deoesp) encontraram uma mulher morta em Poços de Caldas, no Sul de Minas, cerca de dois quilômetros de onde os pertences foram achados. 

O material foi recolhido pela perícia e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e ao Instituto de Criminalística (IC), em Belo Horizonte, para a realização de exames de DNA, confirmando de tratar do cadáver da funcionária pública.

Comentários