Home Eleições 2014 Sites e aplicativos permitem verificar a veracidade do que dizem os candidatos

Sites e aplicativos permitem verificar a veracidade do que dizem os candidatos

Em tempos de eleição sempre fica a dúvida sobre a veracidade dos fatos do que dizem os candidatos durante a campanha e, sobretudo, no horário eleitoral. Em 2014 os eleitores possuem novas ferramentas para verificar se o que dizem os candidatos é mesmo verdade.

A internet se mostra um instrumento cada vez mais importante para que partidos e candidatos apresentem suas ideias e propostas ao público, e se tornarem mais conhecidos. Por outro lado, na rede mundial de computadores, os mesmos candidatos sofrem com denúncias (verdadeiras ou falsas) que podem vir de qualquer lugar, sobretudo com a expansão no uso de tablets e smartphones.

Mas a tecnologia permite a criação de novas ferramentas. É exatamente isso que acontece nas eleições deste ano. Sites e aplicativos permitem ao eleitor acompanhar de perto seus candidatos, suas propostas e a veracidade do que os políticos dizem nos programas do horário eleitoral gratuito.

O aplicativo “Acordei” permite visualizar dados sobre candidatos à deputado federal, deputado estadual, senador, governador e presidente, de todos os estados. As informações disponíveis sobre cada candidato são bens declarados, valor liberado para o gasto em campanha, número do candidato, nível de instrução e ocupação.

O site “Preto no Branco”, da Globo, coloca à prova o discurso dos candidatos. O resultado da checagem é dividido em “falso”, “ainda é cedo para dizer”, “insustentável”, “exagerado”, “verdadeiro, mas…”, “verdadeiro” e “contraditório”.

Outro site, o “Truco”, da Publica, agência de reportagem e de jornalismo investigativo, permite checar os dados mais relevantes apresentados pelos presidenciáveis durante os programas exibidos nas noites de terça, quinta e sábado. Também é possível “pedir o truco”, e desafiar as campanhas a exlicarem promessas ou dados importantes aparentemente insustentáveis . Também pode-se discordar frontalmente dos candidatos quando suas propostas pareçam perigosas para a democracia e direitos humanos, carimbando um “Que medo”.

Comentários