Home Eleições 2014 Eymael defende união homoafetiva prevista na constituição

Eymael defende união homoafetiva prevista na constituição

Participando pela quarta vez da disputa pela presidência da República, o candidato Eymael (PSDC) concedeu, nesta segunda-feira (25), entrevista ao G1 para falar sobre suas propostas para o Brasil. Conhecido pelo jingle “Ey, Ey Eymael, um democrata cristão” o candidato do Partido Social Democrata Cristão disse que irá reduzir o número de ministérios e valorizar os planos de carreira na administração pública.

Eymael disputa pela quarta vez a presidência da República.
Foto: Reprodução / Internet

Muito ligado aos “valores” e à “família” cristã, Eymael se diz favorável ao estado laico. “A democracia cristã não é um partido político”, disse. O candidato defendeu a instituição família constituído por um homem e uma mulher, mas afirmou respeitar a constituição, que prevê e autoriza  a união homoafetiva.

Eymael ficou muito conhecido por seu jingle de campanha, criado em 1985, e que tinha, segundo o próprio candidato, o objetivo de torná-lo uma figura pública mais conhecida. Nessas eleições, no entanto, o candidato não irá utilizar o famoso jingle “para não ocupar o tempo das propostas”. O candidato acredita que historicamente o jingle acabou se tornando protagonista de suas campanhas e as propostas foram “deixadas de lado”.

Questionado sobre o patrimônio declarado (o maior dentre todos os candidatos à presidência) e o que seria necessário para combater as desigualdades sociais do país, Eymael afirmou que é preciso ter igualdade de oportunidades. O candidato afirmou que teve muitas oportunidades em sua vida e que sente orgulho do patrimônio que conseguiu acumular. “Eu declarei todos os meus bens, e tenho muito orgulho do que acumulei, de ter feito da minha vida uma historia de sucesso”, disse.

Entre as principais propostas do candidato está a reforma ministerial. Eymael acredita que há excessivo número de ministérios e, apesar de não querer antecipar quais ministérios deixariam de existir caso ganhasse as eleições, o candidato já deixou claro que criaria duas pastas: o ministério da Segurança Pública e o ministério da Família. O primeiro seria a criação de uma política pública de segurança pública, integrando ações dos municípios, estados e União.

O ministério da Família, segundo Eymael, serviria como um formulador de políticas públicas para atender necessidades da família, pautado em uma “consciência na ação de governar”, para que todas as ações de governo tenham como foco a família.

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