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Polícia pede prisão preventiva de sete pessoas por homicídio

A Polícia Civil pediu a prisão preventiva e indiciou o presidente afastado da Samarco Ricardo Vescovi, outros cinco executivos da mineradora e um consultor terceirizado pelos crimes de homicídio qualificado das 19 vítimas da tragédia (duas seguem desaparecidas), de inundação e de poluição de água potável. Se forem condenados com a pena máxima em todos os crimes, cada um dos acusados pode pegar até 581 anos de prisão.

Além de Vescovi, foram indiciados o diretor geral de operações da Samarco, Kléber Luiz de Mendonça Terra, o gerente geral de projetos, Germano Silva Lopes, o gerente de operações, Wagner Milagres Alves, o coordenador técnico de planejamento e monitoramento, Wanderson Silvério Silva, e a gerente de geotecnia e hidrogeologia, Daviely Rodrigues da Silva – todos eles estão afastados para cuidar de suas defesas.

Para a Polícia Civil, os funcionários da Samarco tinham o poder para corrigir os problemas na barragem. Como isso não foi feito, o delegado responsável pelo caso, Rodrigo Bustamante, concluiu que eles assumiram o risco de um possível rompimento – daí a caracterização do homicídio com dolo eventual.

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