Home Notícias Minas Gerais MG registra mais de 20 mil casos de acidentes envolvendo animais peçonhentos em 2016

MG registra mais de 20 mil casos de acidentes envolvendo animais peçonhentos em 2016

A chegada da época de calor e chuvas traz consigo a necessidade de alguns cuidados especiais e, entre eles, estão os para a ocorrência de acidentes com animais peçonhentos. Durante essa época, animais como escorpiões, cobras e aranhas procuram lugares secos para se abrigar, podendo ser encontrados nas proximidades das casas, jardins e parques, tanto em áreas urbanas quanto rurais.

De janeiro a setembro de 2016 foram registrados em Minas Gerais cerca de 21.681 mil casos de acidentes envolvendo algum tipo de animal peçonhento – o que representa mais de 80 ocorrências diárias -, sendo 57,4% em zonas urbanas e 40,3% em zonas rurais.

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais alerta sobre alguns cuidados fundamentais para evitar acidentes com animais peçonhentos. Em casa, é importante evitar o acúmulo de lixo, entulhos e materiais de construção, vedar frestas e buracos em paredes e assoalhos, bater cuidadosamente roupas, toalhas, sapatos e lençóis que não são usados há muito tempo, entrar com cuidado em lugares que ficaram fechados por muito tempo, afastar as camas das paredes, evitar pendurar roupas fora dos armários, limpar o interior e os arredores da casa usando luvas, botas e calças compridas.

Fora de casa também deve-se tomar cautela: manter limpos os locais próximos a residências, calçadas, jardins e quintais, verificar onde se pisa em parques e jardins, evitar deixar as portas do carro abertas próximo a matas e na beira de estradas e em regiões de mato alto usar sempre calça comprida e botas.

A secretaria também ressalta que, em caso de encontrar algum animal peçonhento dentro de casa, é necessário afastar-se dele sem assustá-lo e entrar em contato com os bombeiros ou com o centro de controle de zoonoses.

Em caso de ocorrência de acidentes, a referência orienta manter a vítima calma, evitando movimentos desnecessários, manter o membro acometido mais elevado em relação ao restante do corpo e levar a pessoa o mais rápido possível ao serviço de saúde mais próximo.

Também é orientado levar, se possível e se não apresentar mais risco, o animal envolvido juntamente com a vítima ao local de atendimento, para facilitar o diagnóstico.

Com Agência Minas

Rodrigo Salgado

Repórter do Portal Bhaz.

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