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‘Breaking Bad de BH’: Estudante da UFMG é condenado por fabricar e vender drogas

Com TJMG

Um estudante da UFMG, de 30 anos, foi condenado a seis anos e oito meses em regime semiaberto por tráfico de drogas. O homem ficou conhecido como Breaking Bad de BH no ano passado, após ser pego com drogas sintéticas avaliadas em R$ 300 mil.

A decisão é do juiz Fausto Bawden de Castro Silva, titular da 4ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte. Ela foi publicada no dia 6 de maio, mas a divulgação só ocorreu nessa quinta-feira (16).

Na casa do estudante, os policiais encontraram uma “quantidade expressiva e variada de substâncias entorpecentes sintéticas. Além de maconha geneticamente modificada, denominada ‘Vanilla Kush’, MDMA, popularmente conhecido como ecstasy, LSD líquido e em selos, cristais, óleos de cânhamo, entre outras substâncias entorpecentes”.

Em depoimento, o estudante negou que fazia tráfico e disse que todos os produtos apreendidos eram para uso pessoal. As testemunhas de acusação confirmaram a versão da Polícia Civil, mas a defesa negou e disse que o homem é depressivo e passava por tratamento médico.

Em sua fundamentação, o juiz ressaltou que a apreensão das drogas foi trabalho de investigação e destacou a “significativa quantidade e variedade de entorpecentes, além de balanças de precisão e material comumente utilizado para acondicionar drogas”.

“Pesa ainda em desfavor do acusado o relatório circunstanciado de investigação, dando conta de que Mateus tem envolvimento direto com o tráfico de drogas. Inclusive, durante o período de campanha, os policiais visualizaram o réu em atitudes típicas de narcotráfico, eis que por diversas vezes realizava contatos com transeuntes, de forma rápida, nas imediações de sua residência, o que por ora restou comprovado através da fotografia anexada nos autos durante o trabalho de campo policial”, registrou o magistrado.

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