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Caso Neymar: Najila é indiciada por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão

A modelo Najila Trindade, que acusou o jogador Neymar Junior de estupro, foi indiciada nesta terça-feira (10) pela Polícia Civil de São Paulo por fraude processual, denúncia caluniosa e extorsão. Além da mulher, seu ex-marido, Estivens Alvens, também foi indiciado por fraude processual e divulgação de conteúdo erótico.

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A decisão tomada pela delegada Juliana Lopes Bussaco, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, veio após conclusão de dois inquéritos que tramitavam pelo 11º DP envolvendo o jogador do Paris Saint-Germain (PSG). “Com base no conjunto probatório reunido durante as investigações, a delegada decidiu pelo indiciamento de Najila e Estivens Alves, seu ex-companheiro, pelo crime de fraude processual (art. 347, parágrafo único, CP) “, diz a nota da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

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Além disso, de acordo com a autoridade, Alves também vai responder por divulgar material com conteúdo erótico da modelo para um repórter em troca de publicações suas na internet. Os inquéritos, que seguem sob segredo de Justiça, foram encaminhados ao Tribunal de Justiça para apreciação dos representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário.

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“Após o esclarecimento da materialidade delitiva, procedida à realização das respectivas perícias e oitivas, a delegada também decidiu pelo indiciamento de Najila nos crimes de denunciação caluniosa e extorsão”, finalizou a nota da SSP. 

Defesa de Najila

O advogado de defesa de Najila, Cosme Araújo, disse em entrevista ao BHAZ que não teve acesso até o momento aos relatórios da delegada. Dessa forma, afirmou que só se posicionará após leitura dos documentos.

“Eu não vi o relatório e nem elementos que justificassem esses tais indiciamentos, por isso não posso me posicionar”, disse o advogado. O defensor concluiu ainda que deverá ter acesso aos documentos até esta quarta-feira (11).

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