Home Notícias BH PBH projeta fim de inundações na Cristiano Machado a partir de 2022

PBH projeta fim de inundações na Cristiano Machado a partir de 2022

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), assinou o contrato de empréstimo de obras para evitar inundações no córrego Cachoeirinha, na altura da avenida Cristiano Machado, no bairro Primeiro de Maio, região Norte da capital. Outro contrato assinado junto à Caixa Econômica Federal foi para a realização de reciclagens de materiais vindos da construção civil.

Kalil explicou que na primeira obra acontecerá a duplicação de um canal e que a iniciativa estará atrelada ao saneamento. “Vai correr mais água nele [canal] e com isso não teremos a inundação que pega a Primeiro de Maio na Cristiano Machado”, disse.

O investimento desta obra será na casa de R$ 146,8 milhões e segundo o secretário de Obras e Infraestrutura, Josué Valadão, resolverá o problema enfrentado pela população no período chuvoso.

Contrata foi assinada nesta segunda-feira (16) na PBH (Vitor Fórneas/BHAZ)

“São obras complexas que devem durar de dois a três anos, pois ainda temos algumas desapropriações para fazermos, mas elas vão dar uma solução definitiva”, afirmou. Ainda não há estimativa para o início das obras, mas segundo o secretário, em seis meses a licitação poderá acontecer.

Obras na Vilarinho

Ainda falando sobre obras relacionadas às chuvas, Kalil destacou a da avenida Vilarinho. De acordo com o prefeito, faltam apenas “alguns detalhes” no projeto. “Tivemos um problema de projeto e já está sendo solucionado. O dinheiro da Vilarinho não é problema e lá não vai ficar sem obra por causa de dinheiro”, disse.

Para o período chuvoso deste ano um “grande projeto” foi desenvolvido pela Defesa Civil, conforme informou o prefeito. Apesar disso, outros detalhes serão passados apenas nas próximas semanas.     

Reciclagem de materiais

O outro contrato assinado pela PBH visa reciclar o lixo vindo de obras da construção civil. Ele foi desenvolvido pela Superintendência de Limpeza Urbana (SLU). Kalil esclareceu que o material reaproveitável poderá ser utilizado para a pavimentação. O custo do contrato é de R$ 12,5 milhões.

Vitor Fórneas

Vitor Fórneas

Jornalista no Portal Bhaz

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