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Reagentes para identificar dietilenoglicol em vítimas de intoxicação acabam e polícia aguarda compra de produto

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Os reagentes utilizados
pela Polícia Civil de Minas Gerais nas investigações dos casos suspeitos das vítimas
de intoxicação por dietilenoglicol acabaram. A informação foi confirmada pela
polícia na tarde desta quarta (12). De acordo com a corporação, os produtos não
são de uso comum nas necropsias e, por isso, não eram guardados em grande
volume.

Em nota (confira na
íntegra abaixo)
, a polícia disse que, apesar da falta do reagente, as
investigações seguem normalmente e estão adiantadas. “Parte das análises
laboratoriais já foi concluída e os laudos já foram liberados. Outra parte está
em andamento, necessitando de finalização de compra de reagentes específicos”,
diz a PC. 

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As investigações por
conta da presença de substâncias tóxicas nas cervejas da Backer chegaram ao seu
36º dia nesta quarta. Até o momento, 29 pessoas, entre vítimas e familiares,
foram ouvidas pela Polícia Civil. As autoridades investigam 34 casos suspeitos
de intoxicação. Até o momento, seis mortes também são apuradas, em uma delas, o
dietilenoglicol foi confirmado como a causa da morte.

Desde o início das
investigações, o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)
ordenou que a Backer suspendesse a venda de suas cervejas e recolhesse os
rótulos do mercado. Segundo o ministério, os contaminantes etilenoglicol ou
dietilenoglicol foram encontrados em 41 lotes de cerveja de dez rótulos da
empresa.

Nota da PCMG

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“A PCMG informa que as
investigações referentes à síndrome Nefroneural estão bem adiantadas. Parte das
análises laboratoriais já foi concluída e os laudos já foram liberados. Outra
parte está em andamento, necessitando de finalização de compra de reagentes específicos.  Tais reagentes não são de uso comum nas
necropsias realizadas diariamente, não se justificando manutenção em estoque.

A PCMG reafirma que as
investigações seguem seu curso normal”.

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