Home NotíciasBrasilSargento de 46 anos é a primeira morte por Covid-19 na PM paulista

Sargento de 46 anos é a primeira morte por Covid-19 na PM paulista

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Por Josmar Jozino, da Ponte Jornalismo

Coronavírus faz a primeira vítima fatal na Polícia Militar do Estado de São Paulo. A sargento Magali Garcia, 46 anos, morreu na madrugada de ontem no HPM (Hospital da Polícia Militar), na Água Fria, zona norte da cidade de São Paulo. A Polícia Militar confirma a informação.

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Magali trabalhava no Copom (Centro de Operações da Polícia Militar). No ultimo dia 24, ela sentiu uma leve falta de ar e cansaço. A policial foi medicada no HPM e orientada a ficar em isolamento por 14 dias por suspeita de Covid-19.

Três dias mais tarde, no dia 27, Magali passou mal e foi levada novamente para o HPM, onde teve de ser entubada – quando um equipamento auxilia na respiração. No dia seguinte ela teve uma ligeira melhora em seu quadro de saúde.

No entanto, a situação se agravou no dia 29 e nesta segunda-feira (30) o quadro evoluiu para óbito. Magali já havia testado positivo para o Covid-19 no dia 28 de março. A policial era ex-fumante mas, segundo colegas de farda, era saudável.

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Foto de Magali no banco de dados da PM (Arquivo/Ponte)

A morte de Magali é a primeira registrada entre os policiais ativos da corporação. No início do mês, um sargento da reserva morreu por contrair o coronavírus.

“É triste por dois motivos: primeiro porque é policial e segundo porque a conhecia e trabalhava junto”, lamentou o tenente-coronel Emerson Massera, porta-voz da PM paulista, que trabalhou com a sargento.

A morte da policial fez com que a corporação afastasse outros profissionais que trabalhavam com Magali no Copom. Nenhum deles apresenta sintomas do coronavírus, mas a decisão foi tomada em caráter preventivo.

Em nota, a Polícia Militar lamentou a morte da sargento por Covid-19. “A corporação segue rigorosamente as orientações do Comitê de Contingência do coronavírus e ressalta que todo policial com suspeita ou diagnóstico da doença é imediatamente afastado das funções e acompanhado por profissionais de saúde”, explicou.

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