Home NotíciasMinas GeraisSuspeito de estuprar seis meninas em São Francisco é indiciado e preso

Suspeito de estuprar seis meninas em São Francisco é indiciado e preso

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Da PCMG

A PCMG (Polícia Civil de Minas Gerais) concluiu, nesta semana, o inquérito policial que apurou a prática reiterada de abusos sexuais por um homem, hoje aos 70 anos, contra seis meninas, com idades entre 10 e 12 anos à época dos fatos, na cidade de São Francisco, Norte do Estado. O suspeito foi indiciado por estupro de vulnerável e encontra-se preso, à disposição da Justiça. Os abusos ocorreram no ano de 2010 e as vítimas eram amigas da filha do investigado.

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De acordo com o Delegado Emmanuel Robson Gomes, foi relatado que o homem levava as meninas até uma horta, com o argumento de que era para elas ajudarem a regar as plantas. No local, havia uma espécie de cabana, onde ele as amarrava e praticava os atos sexuais. Com a finalidade de manter sigilo, o suspeito ameaçava as vítimas, dizendo que algo grave aconteceria aos pais delas, caso contassem o que havia acontecido. E, ainda, valendo-se da inocência das meninas, dava a elas quantias inferiores a R$ 3, como forma de evitar que o crime fosse noticiado.

Investigação

Ao tomar conhecimento dos fatos, no mês de julho daquele ano, a Polícia Civil começou as investigações. Vítimas e testemunhas foram ouvidas, bem como exames periciais realizados. A partir dos levantamentos, a PCMG representou pela prisão temporária do investigado. Na ocasião, o homem fugiu da cidade, com a intenção de obstruir as investigações em curso.

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Em junho deste ano, quase uma década após o crime, o investigado foi preso na cidade de Pradópolis (SP). A PCMG expediu carta precatória à polícia daquele Estado, a fim de que a oitiva do homem fosse realizada com urgência. Após ter acesso ao depoimento do suspeito e com base em todos os elementos probatórios, o delegado, ainda no prazo da prisão temporária, manifestou à Justiça pela conversão em preventiva.

O pedido foi deferido e o mandado cumprido após articulação da PCMG com o Sistema Prisional de São Paulo, evitando, assim, que o indiciado fosse posto em liberdade. Segundo Gomes, o investigado deve ser recambiado

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