Como cuidar do sistema de iluminação do carro

Alguns motoristas são negligentes com a manutenção do sistema de iluminação do automóvel e não ligam em trafegar com lâmpadas queimadas. Essa atitude, além de prejudicar a segurança (pois cada lâmpada tem o seu papel fundamental de sinalizar ou iluminar o caminho à frente), pode acarretar em multa de R$ 130,16, além de acumular quatro pontos na carteira de habilitação.

Foto: Philips/Divulgação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o isolamento social para combater a pandemia causada pela Covid-19, orientando às pessoas a permanecerem em suas casas e, nas garagens, os veículos estacionados. Mas antes de sair com o carro, é importante verificar o funcionamento de todas as luzes do automóvel.

“Cada lâmpada que compõe o sistema de iluminação do automóvel tem o seu papel fundamental, seja para sinalizar ou iluminar o caminho à frente. São itens essenciais para a segurança e foram evoluindo juntamente com os veículos para ampliar e trazer mais benefícios aos motoristas e a todos que convivem no trânsito”, diz Juliana Gubel, gerente de Marketing da Lumileds, fabricante de lâmpadas automotivas da marca Philips.

Multa e pontos na CNH

Além de prejudicar a segurança, rodar com lâmpada queimada, pode acarretar em multa de R$ 130,16, além de acumular quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O farol baixo deve acionado durante o dia nas estradas e quando se trafega em períodos noturnos. Já o farol alto, possibilita o condutor a enxergar com mais eficiência à distância quando não vem um veículo no sentido contrário da via.

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O DRL (Daytime Running Lights), presente principalmente nos automóveis mais novos, acende automaticamente quando a ignição do veículo é acionada e tem a função de deixar o automóvel mais visível durante o dia.

Luz de posição

Conhecida também como lanterna frontal, a luz de posição tem como finalidade sinalizar a presença do veículo para outros motoristas e pedestres – enquanto estão parados, no caso de um embarque e desembarque, por exemplo.

O farol de milha, conhecido como farol de longo alcance, serve para aumentar a visibilidade do motorista em grandes distâncias. E localizado abaixo dos faróis principais, o farol de neblina deve ser utilizado em casos de neblina, tempestades e nevascas.

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Para sinalizar que o veículo está parado na via ou ainda em situações de emergência, o condutor deve acionar o pisca-alerta. E, por fim, as luzes de direção (setas) indicam sobre a intenção em entrar à direita ou à esquerda. Enfim, a cada ponto de iluminação espalhado pelo automóvel tem a sua finalidade.

Foto: Eduardo Aquino

Nestes tempos de pandemia, o motorista pode fazer a substituição das lâmpadas na própria garagem. A troca começa pela abertura do capô.

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Na sequência, o proprietário precisa localizar uma peça de borracha em formato arredondado chamado guarda-pó, localizada atrás do farol. Ao desconectar cuidadosamente o guarda-pó é preciso soltar o grampo para destravar o soquete da lâmpada que deve ser removida, girando no sentido anti-horário.

Troca aos pares

A substituição do componente por uma nova unidade deve ser feita pela base da lâmpada, ou seja, pela parte metálica, pois evita o surgimento de um ponto de calor na lâmpada provocado pelo contato com os dedos. Outra dica é jamais substituir somente a lâmpada queimada; a troca deve ser efetuada sempre em pares.

A troca das duas lâmpadas evita que o feixe de luz fique descompensado quando se troca apenas uma lâmpada, tornando a condução noturna mais perigosa, por exemplo. É também comum que pouco tempo depois de trocar uma das lâmpadas a outra falhe devido ao desgaste acumulado.

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Jornalistas Eduardo Aquino e Luís Otávio Pires são os editores do site Acelera Aí e da seção veículos do portal Bhaz