Roupas devem ‘descansar’ por três dias após serem experimentadas em lojas; entenda

Loja de BH
Uso de provadores estava vetado pela Prefeitura (Amanda Dias/BHAZ)

Se um cliente experimentar uma peça de roupa em uma loja, a vestimenta deve ficar por 72 horas “descansando”. Esta é uma das determinações da SMS-BH (Secretaria Municipal da Saúde de Belo Horizonte), divulgada em uma portaria nesta quarta-feira (28). Segundo a pasta, as roupas experimentadas e não vendidas devem ficar “em área ventilada, penduradas em cabide e afastadas umas das outras”.

O protocolo da SMS-BH determina regras de funcionamento dos provadores, que estavam vetados. Outra regra discriminada no documento diz que a peça de roupa comprada pelo cliente deve ser a mesma provada e não uma outra do estoque. “Excetuando-se situações de avarias na peça”, destaca.

A própria estrutura do provador deve ser adaptada para aumentar a segurança durante a pandemia. A secretaria orienta que os estabelecimentos substituam as cortinas por portas, para facilitar a higienização.

O distanciamento, de pelo menos dois metros, também é uma exigência para os espaços dos provadores. Além disso está vetada a entrada de acompanhante.

Outras reaberturas

No mesmo dia em que o uso de provadores voltou a ser permitido na capital mineira, outros decretos flexibilizaram ainda mais o isolamento na cidade. Agora, está permitida também o funcionamento de casas de show, teatros e a realização de congressos e seminários (leia mais aqui).

As novas autorizações aumentam a lista de estabelecimentos que devem voltar a funcionar a partir de 31 de outubro. A permissão se estendeu para cinemas e museus, voltando a movimentar o setor cultural de BH. No entanto, a volta também tem restrições. Os shows, por exemplo, só poderão ser realizados com o público sentado.

Edição: Roberth Costa
Guilherme Gurgel
Guilherme Gurgelguilherme.gurgel@bhaz.com.br

Estudante de Jornalismo na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Escreve com foco nas editorias de Cidades e Variedades no BHAZ.

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