Glória Perez desabafa sobre filha de Paula Thomaz seguir carreira artística

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Autora descobriu que mulher incentiva a filha e fez desabafo (Arquivo Globo + Reprodução/Instagram/@gloriaperez)

A autora global Glória Perez, mãe de Daniella Perez, fez um comentário bastante explícito depois de descobrir que Paula Thomaz tem incentivado a filha, de 5 anos, a seguir carreira no meio artístico. Paula, junto com Guilherme de Pádua, foram condenados pelo assassinato de Daniella, filha da novelista. Pádua e Daniella atuaram juntos e a então esposa dele, Paula, o ajudou no assassinato da atriz, quando ela tinha apenas 22 anos.

A coluna de Fábia Oliveira, do jornal O Dia, contou em primeira mão que Paula Thomaz levou a filha a uma agência artística e que a garota já tem realizado comerciais. Ao ser marcada em uma postagem sobre o assunto, Glória Perez definiu Paula como uma “criminosa que não tem limites”.

Além de chamar Paula de criminosa pelo crime contra Daniella, Glória ainda disse que a mulher não preserva os filhos e que a menina, no mundo artístico, “terá sempre como referência ser a filha de uma assassina”.

“Essa criminosa não tem limites. Não preservou o filho que estava na barriga, quando se fez assassina, e não preserva a filha de um meio onde terá sempre como referência ser a filha de uma assassina”, escreveu.

Atualmente, Paula adotou outro sobrenome. Segundo Fábia Oliveira, ela foi reconhecida em um dos shoppings da Barra da Tijuca. Na ocasião, a mulher levava a filha até uma agência de atores mirins no local.

O assassinato de Daniella Perez

Guilherme de Pádua foi condenado em 1992 a 19 anos e seis meses de prisão por assassinar a golpes de tesoura a colega de trabalho e atriz Daniella Perez. Na época, os dois contracenavam na novela De Corpo e Alma, de autoria da mãe da atriz, Glória Perez. O crime que foi cometido com a ajuda da então esposa dele, Paula Thomaz, comoveu o país.

Na época do assassinato, Daniella foi morta por Pádua acreditar que ela havia revelado investidas por parte dele para a mãe, que teria então, como castigo, diminuído a participação dele no folhetim. Depois de cumprir a pena, Pádua virou pastor de uma igreja evangélica em BH.

Roberth Costa
Roberth Costaroberth.costa@bhaz.com.br

Editor do BHAZ desde junho de 2018 e repórter desde 2014. Participou do processo de criação do portal no ano de 2012. É formado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Promove de Belo Horizonte e tem como foco a editoria de Cidades.

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