O empresário Richardson Robson, de 45 anos, teve o celular furtado enquanto seguia de Uber para a Arena MRV, em Belo Horizonte, para assistir ao jogo entre Atlético-MG e City Torque, pela Copa Sul-Americana, na noite dessa quarta-feira (14). O crime ocorreu por volta das 18h40, no Anel Rodoviário, na altura do bairro Alto dos Pinheiros. Segundo a vítima, um homem em uma motocicleta se aproximou do carro e puxou o aparelho pela janela, que estava parcialmente aberta.
O caso foi registrado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e, de acordo com o boletim de ocorrência, o celular levado era um iPhone 17 Pro Max azul. Após pegar o aparelho, o suspeito fugiu na garupa de uma moto. Richardson informou à polícia que não conseguiu identificar as características do autor.
Em entrevista ao BHAZ, o empresário contou que estava a caminho do estádio para assistir a uma partida quando foi surpreendido. Segundo ele, o vidro do carro estava um pouco aberto porque o veículo de transporte por aplicativo estava sem ar-condicionado. “Veio um cara de moto, que ficou parado, e esse cara e furtou o telefone”, relatou.
Empresário critica falta de segurança no entorno da Arena MRV
Richardson afirmou que ficou sem conseguir rastrear o celular porque o aparelho foi desligado logo após o furto. Para ele, o policiamento deveria abranger uma área maior ao redor da Arena MRV, e não ficar concentrado apenas nas proximidades imediatas do estádio. “É algo que deveria ter policiamento ali próximo, porque é um fato que, se você tem policiamento próximo, não ocorreria isso”, disse.
O empresário também relatou ter ouvido outros relatos de crimes semelhantes nas imediações. Segundo ele, ao procurar ajuda e registrar a ocorrência, recebeu a informação de que situações desse tipo têm acontecido com frequência.
“Está se tornando algo comum para os órgãos que deveriam nos defender. É como assim: ‘Ah, não, isso é só mais um que aconteceu’. Isso é mais um número, só que resolução mesmo a gente não consegue nada”, afirmou.
Sem o celular, Richardson disse que não tinha como entrar em contato com outras pessoas nem solicitar ajuda por conta própria. Por isso, precisou pedir ao motorista do aplicativo, um homem de aproximadamente 75 anos, que o levasse de volta para casa. O empresário contou que o homem o acompanhou até em casa e forneceu a gravação do momento do crime.
O registro da ocorrência foi encaminhado à 2ª Delegacia de Polícia da Região Noroeste.










