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Cleitinho declara voto em Flávio, mas promete buscar o eleito, ‘seja quem for’, para governar Minas unida

25/10/2026 às 15h38
Cleitinho Azevedo

O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), defendeu respeito entre os eleitores e a pacificação do país após o segundo turno da eleição presidencial, realizado neste domingo (25). Apoiador declarado de Flávio Bolsonaro (PL), ele afirmou que, se o presidente Lula (PT) for reeleito, vai procurar o petista para buscar uma relação de parceria com o governo federal.

“A expectativa é que seja com respeito. A gente é um país que prega a democracia. Vai lá, vota no candidato que acha [melhor]. Eu vou votar no Flávio, mas isso é democracia, é liberdade”, disse. “E assim que acabar a eleição, que a gente seja um país unido. Eu quero fazer isso, a pacificação.”

Cleitinho reforçou que o resultado das urnas não vai mudar sua postura institucional. “Sou apoiador do Flávio, estou votando no Flávio, mas, caso o Lula ganhe a eleição, meu ato como governador é procurar tanto o Flávio quanto o Lula, quem for o presidente, para a gente poder governar Minas Gerais unidos, que é o mais importante.”

“Clima de Copa do Mundo”

Ao avaliar a reta final da disputa, o governador eleito disse ter percebido uma mobilização maior dos eleitores no segundo turno. “Eu vi uma campanha de rua dos eleitores, acho que ficou mais inflamado entre os eleitores. Ficou parecendo até um clima de Copa do Mundo, as ruas lotadas, tanto de apoiadores do Lula quanto do Flávio”, afirmou. “No segundo turno, a campanha esquentou mais do que no primeiro.”

Questionado sobre onde acompanharia a apuração e onde comemoraria uma eventual vitória de Flávio, Cleitinho disse que não tem planos de festa. “Vou lá votar e vou ficar aqui em casa mesmo. E amanhã, procurar quem foi eleito.”

Contexto

Cleitinho foi eleito governador de Minas no primeiro turno, no dia 4 de outubro, com 55,41% dos votos válidos, à frente de Patrus Ananias (PT), que recebeu 26,28%. O discurso da pacificação não é novo. Ao votar no primeiro turno, em Divinópolis, ele já havia defendido a pacificação diante da polarização e afirmado que pretendia governar para todos, independentemente de terem votado nele ou não. Ele e o vice, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), tomam posse em 6 de janeiro.

Redação BHAZ

redacao@bhaz.com.br

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Email: redacao@bhaz.com.br

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