Em jogo de 6 gols, Cruzeiro sai atrás, vira, mas leva empate no fim

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Cruzeiro e Botafogo terminaram em empate (Vítor Silva/Botafogo)

Teve de tudo um pouco no empate por 3 a 3 entre Cruzeiro e Botafogo nesta tarde de sábado (10) no Engenhão, no Rio de Janeiro: três pênaltis, virada no placar e expulsão de técnico. O time celeste chegou a ganhar por 3 a 2, mas aos 48 do 2T, levou o empate. Com o quarto empate amargo seguido, o clube segue no 13º lugar, com 11 pontos. Na próxima rodada, o Cruzeiro tenta a vitória contra o Avaí no sábado que vem (17) no Mineirão, em Belo Horizonte.

Pega, goleiro

Logo no início da partida, os dois goleiros trabalharam. Antes do primeiro minuto, Marcinho chutou de fora da área e o jovem Diego Loureiro espalmou. O Botafogo respondeu aos 3 com a tentativa de fora de Rafael Navarro, e Fábio mandou para escanteio.

Botafogo na frente

Pouco depois, aos 7, o time da casa teve um pênalti polêmico a seu favor, após carrinho de Léo Santos em Diego. Na cobrança, Chay chutou no canto oposto de Fábio e abriu o placar.

Raposa tenta

O Cruzeiro chegou aos 17 do 1T após falta cobrada por Marcinho na cabeça de Lucas Ventura, e o goleiro defendeu. Aos 24, no escanteio cobrado por Marcinho, o botafoguense Navarro desviou e quase mandou para o próprio gol: a bola foi no travessão. Pouco depois, em novo escanteio, Sobis cabeceou para trás, a bola viajou e passou perto.

No final do 1T, aos 43, Giovanni tentou um chute perigoso de de fora da área, Kanu desviou nela e foi para fora. No mesmo minuto, o jogador celeste chutou novamente e Diego Loureiro interviu. Na volta para o 2T, Airton recebeu de Marcelo Moreno, invadiu a área, mas perdeu ângulo e chutou para fora.

Tudo igual

Na marca dos 8 minutos, veio o empate. Bruno José cruzou da direita e Gilvan, do time da casa, mandou para o próprio gol: 1 a 1 no Engenhão.

Pouco depois, aos 10, o técnico cruzeirense Mozart foi expulso direto por reclamação.

Outro do Fogo

Mas o placar não ficou igualado por muito tempo. Aos 15 do 2T, Diego Borges cruzou, a zaga do Cruzeiro se embolou e a bola sobrou limpa para Chay fazer seu segundo no jogo.

Empate e virada

A vantagem momentânea do time carioca também foi breve. Apenas 3 minutos depois, o juiz marcou pênalti após toque de mão de Kanu. Na cobrança de Marcelo Moreno, o goleiro pegou, e no rebote, o boliviano foi “frio e calculista” e empurrou para o gol. Aos 24, veio a virada celeste. Wellington Nem recebeu na área, Diego Loureiro tirou de carrinho e a bola caiu em Moreno, que chutou colocado para as redes: 3 a 2 para o Cruzeiro. Com os gols, ele se tornou o maior artilheiro estrangeiro da história centenária do time mineiro, com 51.

Salva, Fábio

Quando o jogo caminhava para o fim, aos 43 do 2T, Ramon bobeou e a bola sobrou para Rafael Moura, que passou para Marco Antônio na área. Ele chutou e Fábio defendeu com a perna.

E empate de novo…

Até que nos acréscimos do 2T, o árbitro marcou mais um pênalti para o Botafogo, quando Marco Antônio foi derrubado na área. Na cobrança, Chay fez o terceiro dele e do Botafogo na partida. Fim de papo: 3 a 3, quarto empate seguido do Cruzeiro, e mais uma vitória que escapou no fim.

Edição: Roberth Costa
Beatriz Kalil Othero
Beatriz Kalil Otherobeatrizkof@gmail.com

Mineira de BH, graduanda em jornalismo pela UFMG e fascinada por futebol, dentro e fora das quatro linhas. Cobre os jogos dos times mineiros como repórter freelancer para o BHAZ.

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