O pianista Bruno Hrabovsky se apresenta no dia 2 de agosto (domingo), no Grande Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte, com o “Concerto Rock ao Piano” dedicado ao Queen. A sessão começa às 19h e tem duração de duas horas.
No palco, Hrabovsky toca sozinho ao piano, desde a melodia até a base feita para a banda, e alterna música com conversas em que contextualiza o público sobre o Queen e sua obra. O repertório reúne 18 canções da banda, entre sucessos e canções da discografia que têm menos circulação.
O projeto “Rock ao Piano” existe desde 2013. Naquele ano, Hrabovsky se graduou em Geologia pela UFPR e passou a se dedicar ao projeto de releituras de rock ao piano. Desde então, percorreu 140 cidades de 22 estados do Brasil, além de uma apresentação na Nova Zelândia.
Em 2019, o músico decidiu criar um especial dedicado a uma banda. Na história do projeto, somente Pink Floyd havia recebido tal dedicação. Durante as pesquisas sonoras, Hrabovsky chegou ao Queen. “É uma banda muito carismática e popular e, mesmo assim, há muitas canções importantes que nem todo mundo conhece. As melodias funcionam muito nos arranjos para piano solo. Mas escolher o repertório foi um desafio: ouvi a discografia inteira. O resultado é um show que equilibra sucessos e músicas ainda pouco conhecidas”, diz o músico.
Com a pandemia, a homenagem ao Queen foi adiada. O concerto estreou em 2022 e retorna agora a Belo Horizonte.
Hrabovsky começou a estudar piano aos 6 anos e, desde 1996, foi aluno de Luciana Bissi. “Meus pais escutavam muito em casa. E, desde pequeno, eu tinha muita facilidade para tirar músicas de ouvido. Aos poucos, apesar de apreciar os clássicos, passei a dar mais espaço para interpretações próprias de meus gêneros musicais preferidos: Rock e Metal”, conta.
A paixão pelo rock
Natural de Curitiba e residente em São Paulo, Bruno começou a estudar piano erudito aos 6 anos de idade e desde 1996 se tornou, por muitos anos, aluno de Luciana Bissi. Apesar do apreço desenvolvido pelo tango e a música erudita, foi no Rock que encontrou sua verdadeira identidade junto ao piano. “Meus pais escutavam muito em casa. E, desde pequeno, eu tinha muita facilidade para tirar músicas de ouvido. Aos poucos, apesar de apreciar os clássicos, passei a dar mais espaço para interpretações próprias de meus gêneros musicais preferidos: Rock e Metal”, conta.
REPERTÓRIO
- “Keep Yourself Alive” (Queen, 1973)
- “The Loser in the End” (Queen II, 1974)
- “The March of the Black Queen” (Queen II, 1974)
- “Stone Cold Crazy” (Sheer Heart Attack, 1974)
- “Love of my Life” (A Night at the Opera, 1975)
- “You Take My Breath Away” (A Day at the Races, 1976)
- “Somebody to Love” (A Day at the Races, 1976)
- “Spread Your Wings” (News of the World, 1977)
- “Don’t Stop Me Now” (Jazz, 1978)
- “Sail Away Sweet Sister” (The Game, 1980)
- “Under Pressure” (Hot Space, 1982)
- “Radio Ga Ga” (The Works, 1984)
- “Princes of the Universe” (A Kind of Magic, 1986)
- “Scandal” (The Miracle, 1989)
- “Innuendo” (Innuendo, 1991)
- “Mother Love” (Made in Heaven, 1995)
- “No one but you (Only the good die young)” (single, 1997)
- “Bohemian Rhapsody” (A Night at the Opera, 1975)








