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Aniversário de BH: confira 128 rolês que só a capital mineira te proporciona

12/12/2025 às 15h00
Aniversário de BH: confira 127 vivências que só a capital mineira proporciona
BH completa 127 anos nesta quinta-feira (12). (Redes Sociais/Reprodução)

Os moradores de Belo Horizonte têm motivos para comemorar, já que, nesta sexta-feira (12), a cidade mineira completa 128 anos. Conhecida como a capital dos botecos, das montanhas, do cafezinho, da prosa e, mais recentemente, do ‘grau’ e Xeque Mate, o município foi criado em 12 de dezembro de 1897 e projetado para manter seus limites dentro da avenida do Contorno. Entretanto, a área, que inicialmente era um povoado intitulado Curral del Rei, com 30 ou 40 famílias moradoras, ao longo dos anos se expandiu. Hoje, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados em 2022, BH tem 331,354 km² de extensão e mais de 2,3 milhões de habitantes.

Em 128 anos, a capital mineira já foi chamada de ‘Arraial Bello Horisonte’ (considerando a antiga grafia, antes com ‘s’ e depois com ‘z’) e Cidade de Minas. Ganhou apelidos carinhosos como ‘Beagá’ e ‘Belô’, e até mesmo ficou conhecida pelos seus belos jardins, o que rendeu a fama de ‘Cidade Jardim’.

Mais do que isso, BH foi palco de grupos artísticos de destaque, como Grupo Corpo, Galpão e Giramundo, berço de ‘gigantes’ da música, como o Clube da Esquina, e terra de escritores importantes para a literatura nacional, como Conceição Evaristo, Ana Martins Marques e Fernando Sabino. Sem contar, claro, os inúmeros movimentos culturais e de arte urbana, responsáveis não apenas por repensar o espaço coletivo, mas por deixar o ‘belo horizonte’ ainda mais bonito.

Seja ‘subindo Bahia e descendo Floresta’, ou apreciando a vista do Cristo, no Barreiro, fato é que Belo Horizonte está, essencialmente, ligada à vida de muita gente e proporciona experiências únicas. Foi pensando nisso que a redação do BHAZ separou 128 vivências (dentre milhares) que tornam um belo-horizontino de ‘carteirinha’. Ficou curioso? Então, confira a lista e veja quantas dessas você já viveu.

Confira 128 rolês proporcionados na capital mineira

  1. Ter um adesivo ‘Eu amo BH Radicalmente’;
  2. Ficar feliz por fazer exame de direção no CEPEL;
  3. Chamar o centro de cidade;
  4. Comer o melhor pão de queijo do Brasil em qualquer lugar da cidade;
  5. Ir para o clube no fim de semana;
  6. Sentir saudade do relógio do Itaú;
  7. Gritar ‘Galo’ ou ‘Zero’ sempre que alguma coisa quebrar;
  8. Andar de skate na esplanada do Mineirão;
  9. Acompanhar os parentes do interior no zoológico;
  10. Fechar a noite no Tim, Espanta Crise;
  11. Ser roubado na rua Sapucaí;
  12. Desviar dos vendedores de correntinhas na porta do Oiapoque;
  13. Perguntar onde estão os vendedores de icegurt;
  14. Reclamar que os bares fecham meia-noite;
  15. Zerar todos os blocos de Carnaval;
  16. Levar as sacolinhas do Supermercados BH para viajar o mundo;
  17. Visitar a esquina do Clube da Esquina;
  18. Curtir o Minas ao Luar;
  19. Ir ao Mineirinho assistir a um jogo do Minas Tênis Clube ou do Sada Cruzeiro;
  20. Ficar preso no entorno do Mineirão esperando o Uber abaixar após festivais;
  21. Ver sobe e desce da Guaicurus;
  22. Andar de biquíni pela cidade no Carnaval;
  23. Conhecer a Serra do Curral;
  24. Ir ao Natora na UFMG;
  25. Comer um espetinho barato no Jaeh;
  26. Malhar a panturrilha subindo ladeira;
  27. Curtir uma brisa na Praça do Papa;
  28. Ser conhecida como a ‘capital do Grau’;
  29. Tirar uma foto com a Lagoa da Pampulha ao fundo;
  30. Fazer piquenique no Parque das Águas/Parque Burle Marx;
  31. Viver o caos de um domingo no Parque Guanabara;
  32. Contar os desenhos da Bolinho em diferentes pontos da cidade;
  33. Fazer trilha na Serra do Rola Moça;
  34. Andar de pedalinho no Parque Municipal;
  35. Esperar ônibus na av. Afonso Pena desviando dos ratos;
  36. Ir ao PlayCity;
  37. Ficar de cara com o Cristo do Barreiro;
  38. Conhecer o Presépio do Pipiripau;
  39. Correr na Praça da Liberdade;
  40. Tomar banho de mangueira gritando ‘Ei Chapolin, joga água em mim!’ na Praia da Estação;
  41. Comprar chocolate, ração de cachorro e sacar dinheiro na Drogaria Araujo;
  42. Ir ver as luzes de Natal na Praça da Liberdade;
  43. Ver um político fazer campanha no Café Nice;
  44. Se perder no Mercado Central;
  45. Visitar o mirante no Mangabeiras;
  46. Fazer slackline na Praça do Papa;
  47. Sair de um rolê e ir tomar café da manhã na Feira Hippie;
  48. Sentir calor no Mercado Novo;
  49. Viajar na figura indígena do Edifício Acaiaca;
  50. Ir no Rei do Canudinho, no Santo André;
  51. Ter um date no CCBB;
  52. Ver o cachorrão do Emive;
  53. Ter orgulho de BH ter criado o MTG;
  54. Ir ao Morte Súbita no Jaraguá;
  55. Tomar uma Limonada do Tradicional Limonada do Mercado Central;
  56. Comer uma parmegiana na Cantina do Lucas;
  57. Comer o fígado com jiló do Bar da Lora;
  58. Dar (ou tentar) dar uma volta de bicicleta na Lagoa da Pampulha;
  59. Bater um pratão no Chopp da Fábrica após algum rolê;
  60. Finalizar o rolê no karaokê do Bar da Cássia;
  61. Ver a ilusão do ‘carro subindo a ladeira’ na rua do Amendoim;
  62. Assistir ao Duelo de MCs no Viaduto Santa Tereza;
  63. Ter medo de ser assaltado no quarteirão fechado da Praça Sete;
  64. Comer um tropeiro do lado de fora do Mineirão antes de um jogo;
  65. Fechar a noite na Pizzaria Guarani;
  66. Comer pastel e tomar caldo de cana na Galeria do Ouvidor;
  67. Parar pra ver o Quarteirão do Soul na Praça Sete;
  68. Passar uma tarde no Parque Ecológico Municipal da Pampulha;
  69. Visitar o Charada na avenida Fleming;
  70. Tropeçar na UFMG;
  71. Visitar a Igreja São Francisco de Assis; 
  72. Comprar bala azedinha na Lalka;
  73. Ter uma história para contar do Axé Brasil ou do Pop Rock; 
  74. Ir na feira de carros antigos na Esplanada do Mineirão aos domingos;
  75. Ir para o Aeroporto da Pampulha ver um avião decolar;
  76. Comprar apetrechos de fantasia de carnaval na Galeria do Ouvidor;
  77. Andar mais de 10 km no Centro durante o Carnaval;
  78. Alugar vestido no edifício Mariana;
  79. Fazer enxoval de criança na Feira Hippie;
  80. Curtir um show no Parque Municipal;
  81. Tomar um sorvete na Sorveteria São Domingos;
  82. Andar no caminhão da alegria de madrugada pela Savassi;
  83. Tomar água de coco no Baiano após correr na av. dos Andradas;
  84. Rezar uma Ave Maria atravessando o túnel do Minas Shopping
  85. Ficar horas preso no trânsito da av. Cristiano Machado;
  86. Prender o cabelo para não ser cortado enquanto está andando pela Praça Sete;
  87. Descer correndo para o metrô depois de um jogo no Independência;
  88. Comprar flor na feira do Colégio Arnaldo;
  89. Nadar no CEU da UFMG;
  90. Fazer uma saideira no Postinho Orion no Padre Eustáquio;
  91. Comer Raad’s;
  92. Comprar presentes de Natal no Oiapoque;
  93. Enfrentar a fila do UAI da Praça Sete; 
  94. Ficar rodando procurando vaga para estacionar no centro de BH;
  95. Degustar o tradicional cachorro-quente do Tafarel no Alípio de Melo;
  96. Se perder pelos viadutos do Complexo da Lagoinha; 
  97. Tomar um caldo de mocotó no Nonô;
  98. Comer o tradicional Kaol no Café Palhares;
  99. Andar no minhocão do parque de diversões do Parque Municipal;
  100. Assistir a um espetáculo do Grupo Galpão na rua;
  101. Morrer de medo ao entrar de carro no estacionamento do shopping Cidade;
  102. Madrugar para assistir o desfile do ‘Então, brilha!’;
  103. Tomar Catuçaí do Nandão;
  104. Comprar temperos na Feira dos Produtores;
  105. Assistir um jogo na Alberto Cintra;
  106. Conhecer o jacaré da Pampulha;
  107. Falar que algum lugar é logo ali;
  108. Tomar Mate Couro;
  109. Ir a um samba domingo a tarde; 
  110. Sentir frio na barriga no tobogã da Contorno;
  111. Sentir falta de pagar só R$ 2 para ir ao Cinema no Pampulha Mall;
  112. Comer a pizza do Bigode no Barreiro; 
  113. Almoçar em Macacos;
  114. Ir no Cabral em uma quinta-feira aleatória;
  115. Fazer bate-volta para conhecer o museu do Inhotim;
  116. Tomar um porre de Xeque Mate;
  117. Visitar o Topo do Mundo;
  118. Encontrar a Loira do Bonfim pelas madrugadas de BH;
  119. Saber como responder a pergunta: BH é quem?;
  120. Correr pela rua, em bando, com o Calma Clima;
  121. Assistir um clássico no Mineirão; 
  122. Saber que as ruas do centro são sempre nomes de Estados e tribos indígenas;
  123. Chamar o copo Americano de Lagoinha;
  124. Fazer o circuito do Comida di Buteco;
  125. Beber no famoso Bar do Zezé no Santa Helena;
  126. Dar rolezinho no Edifício Maletta;
  127. Fazer um passeio guiado pela ‘Rua do Menino Maluquinho’
  128. Fechar a noite na Obra

*Com Amanda Serrano, Isabella Guasti, Lavínia Fernandes, Mariana Brandão, Pablo Nascimento, Pablo Nogueira, Pedro Rocha Franco, Rafaela Carvalho, Thiago Cândido, Tol Ramos, Shirley Pacelli e Vinícius Sampaio.

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Classificação etária: Livre
Entrada: Gratuita

Ana Magalhães

Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi estagiária do Jornal Estado de Minas e do programa Agenda da Rede Minas de Televisão. Repórter do BHAZ desde agosto de 2024.
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