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Claudão, sócio d’A Obra, anuncia novo bar no Edifício Central com proposta de ‘experiência sensorial’

22/07/2026 às 15h14 - Atualizado em 22/07/2026 às 15h17
Claudão anuncia novo bar com proposta de 'experiência sensorial' em BH
Bar será aberto no segundo semestre. (Reprodução/Redes Sociais)

Claúdio Vieira Rocha, mais conhecido como Claudão, DJ e um dos sócios do inferninho A Obra, em Belo Horizonte, se prepara para abrir um novo bar, ainda no primeiro semestre deste ano, no Edifício Central, localizado no Centro da capital mineira. A novidade ainda está cercada de mistérios, mas tem a promessa de proporcionar uma experiência sensorial, revelou o empresário em entrevista ao BHAZ.

Batizado provisoriamente de ‘A Casa do Pedreiro’, já que o nome oficial ainda não foi definido, o novo bar terá como sócio o violonista David Anaya. Segundo Claudão, embora ainda não possa revelar muitos detalhes sobre o projeto, o estabelecimento promete promover ‘um outro estilo de vida’.

“Será um bar para ficar sentado na mesa e, com isso, a experiência sensorial vai ocorrer neste momento. E é algo muito interessante, porque percebo que todo mundo está atrás dela, mas não consegue por conta do tempo. É algo que as pessoas de diferentes idades irão gostar bastante”, disse ao BHAZ.

Apesar do mistério, Claudão garante que o estabelecimento será um boteco, com diferentes rótulos de cervejas e tira-gostos típicos de bar. “Será qualidade nível d’A Obra. Esse projeto não é algo novo e não surgiu de uma hora para outra. Eu já estava pensando nisso há muito tempo, porque vejo que existe uma lacuna na sociedade neste momento que precisa ser preenchida. A ideia é proporcionar uma experiência que leve ao usuário o entendimento de que existem possibilidades diferentes de viver”, afirmou.

‘Edifício Central é multigeracional’

O bar será instalado em uma loja de 9 m², localizada no segundo piso do Edifício Central, próximo à escada. Por ser um espaço menor, a experiência sensorial, ainda conforme o DJ, ocorrerá nos corredores e na porta do prédio e, até mesmo, na Praça da Estação.

Segundo Claudão, o tamanho reduzido da loja foi um dos fatores determinantes para a escolha do espaço, já que a proposta do empreendimento vai além do ambiente interno do bar. “É uma loja bem pequena, mas era o tamanho exato que buscamos para executar essa ideia, porque ela não irá ocorrer dentro do bar, e sim nas mesas, em andares diferentes do prédio, fora e no entorno. Será um negócio muito louco e acho que a cidade vai pirar”, contou.

O empresário ainda relatou que a escolha do Edifício Central está associada à ampliação de bares no local, assim como ocorreu com o Mercado Novo, e por ser um espaço que há um público diverso.

“O Mercado Novo é um lugar de experiências. Um lugar onde as pessoas experimentam novas comidas, novos sabores e uma dinâmica social diferente. Acontece realmente uma dinâmica social diferente. E a gente vê que o Edifício Central está indo na mesma tendência. A questão democrática do Mercado Novo, que é um espaço multigeracional, é uma característica do Edifício Central também e, por outro lado, vai ser uma característica muito central do nosso bar”, contou.

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Classificação etária: Livre
Entrada: Gratuita

Ana Magalhães

Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi estagiária do Jornal Estado de Minas e do programa Agenda da Rede Minas de Televisão. Repórter do BHAZ desde agosto de 2024.
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