A inflação dos repelentes chega à BH

Em Belo Horizonte a guerra contra a dengue, a zika e a chikungunya só tem crescido. Os moradores além de enfrentar a limpeza de quintais, espaços desocupados e ficarem atentos ao vizinho, agora também precisam enfrentar as prateleiras vazias de repelentes e os altos preços do produto.

Nas drogarias o consumo de repelentes é tão alto que muitos consumidores estão com dificuldades em encontrar o produto, até mesmo na internet, onde surgiu um mercado paralelo, porém, com preços elevados. Por exemplo, a marca Osler, que em média custa R$55,00, na internet está 45% mais caro, com um preço de aproximadamente R$80,00.

Médicos e pesquisadores afirmam que não basta apenas o repelente, os cuidados em casa devem ser redobrados. Além disso, não se deve abusar do produto, já que em grandes quantidades ele pode chegar a ser tóxico.