Ex-BBB de BH, Aline Gotschalg revela estar curada de câncer de tireoide e faz alerta

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Aline Gotschalg fez um alerta sobre a doença aos seus mais de dois milhões de seguidores e agradeceu a equipe médica (Reprodução/@alinegotschalg/Instagram)

A ex-BBB belo-horizontina Aline Gotschalg revelou, nesta quarta-feira (3), ter se curado de um câncer de tireoide. Pelas redes sociais, a influenciadora fez um alerta sobre a doença aos seus mais de dois milhões de seguidores e agradeceu a equipe médica que a acompanhou durante o tratamento.

“Receber esse diagnóstico não foi fácil. Tive muito medo e confesso que foram dias difíceis por aqui. Mas agora, sou só gratidão! Vivi uma experiência que justifica minha fé e não poderia deixar de compartilha-lá com vocês”, começou ela.

Aline conta que nunca havia feito um exame de ultrassom na tireoide, mas que resolveu fazê-lo junto com exames de rotina. Foi quando ela descobriu um tumor maligno no órgão, doença ainda desconhecida por ela.

“O câncer de tireoide é uma doença muitas vezes silenciosa e que afeta três vezes mais mulheres do que homens, principalmente aquelas na faixa entre os 20 e os 65 anos. Por isso, gostaria de deixar aqui um alerta para todos vocês se cuidarem. Façam exames periódicos e estejam sempre atentos a sua saúde!”, escreveu ela.

Sinais de alerta

Dados o Inca (Instituto Nacional de Câncer) revelam que a estimativa é que entre 2020 e 2022 sejam diagnosticados 36,6 mil novos casos de câncer de cabeça e pescoço, incluindo o da glândula tireoide. Segundo a dentista e sanitarista Adriana Atty, da Coordenação Geral de Prevenção e Vigilância do Inca, os sinais de alerta são mudanças na voz, rouquidão, dificuldade para engolir, dificuldade na mobilidade da língua e, em consequência, dificuldade para falar ou mastigar.

Ainda de acordo com a especialista, o tabagismo é um dos principais fatores de risco para esse tipo de câncer. O mesmo se aplica para os cigarros eletrônicos.

“É um mal. Não usem. É mentira dizer que o cigarro eletrônico é inofensivo”. Junto com o narguilé e o cigarro convencional, o cigarro eletrônico e mascar tabaco, “tudo isso é fator de risco para o câncer”, apontou Adriana.

Segundo a especialista, a população precisa ser estimulada a priorizar esses sinais de alerta e não postergar a ida ao profissional de saúde. É papel do médico efetuar uma investigação diagnóstica e, uma vez identificado que é câncer, encaminhar para tratamento. No Sistema Único de Saúde, o tratamento é realizado em estabelecimentos habilitados em oncologia.

Com Agência Brasil

Edição: Roberth Costa
Larissa Reislarissa.reis@bhaz.com.br

Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog.

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