Dois imóveis da União em Belo Horizonte serão destinados à construção de 146 moradias populares. Os prédios, localizados no Centro e na Vila Paris, serão revitalizados para receber os empreendimentos Residencial Maria do Arraial e Condomínio Marighella. A concessão dos imóveis será formalizada nesta quarta-feira (30), pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), por meio do programa Imóvel da Gente.
No Centro, o prédio da Rua Tamoios, nº 596, será destinado ao Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) e deve receber 50 unidades habitacionais. Já na Vila Paris, o Edifício Santa Lúcia, na Rua Prudente de Morais, 1.641, será concedido à Cooperativa dos Trabalhadores da Construção Civil de Uberlândia (Coopercciu), ligada ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), para a implantação de 96 moradias.
Os dois projetos fazem parte de uma ação conjunta entre o programa Imóvel da Gente e o Minha Casa, Minha Vida Entidades. A modalidade permite que imóveis públicos sejam destinados a entidades ligadas a movimentos de moradia para a construção ou recuperação de habitações de interesse social.
Moradias também serão construídas em Ipatinga
Além dos dois imóveis de BH, um terreno em Ipatinga, no Vale do Aço, também será concedido nesta quarta-feira. A área fica na Avenida Fernando de Noronha, no bairro Imbaúbas, e será destinada à Central de Movimentos Populares do Vale do Aço para a construção de 196 unidades habitacionais do Residencial Raízes da Luta.
Ao todo, os três imóveis mineiros têm potencial para resultar em 342 moradias. As concessões foram formalizadas nesta quarta-feira (30), às 14h, na sede da SPU em Minas Gerais, na Avenida Afonso Pena, 1.316, no Centro de BH.
A assinatura ocorreu simultaneamente em outras 12 superintendências da SPU pelo país. Segundo o governo federal, serão formalizadas 28 concessões nesta quarta-feira, com potencial para a construção de 3.250 unidades habitacionais.
De acordo com dados do Painel Transparência Ativa da SPU, o programa Imóvel da Gente já destinou 150 imóveis em Minas Gerais para diferentes ações sociais, com potencial de atendimento a cerca de 857 famílias. Desse total, três imóveis foram destinados à habitação de interesse social.








