Com aumento acumulado de 26%, gás de cozinha custa até R$ 135 na Grande BH

gás cozinha
Pesquisar é a melhor opção antes de comprar (Pedro Ventura/Agência Brasil)

Não é de hoje que comprar gás de cozinha está pesando o bolso do consumidor. Na região metropolitana de Belo Horizonte, o botijão de 13 kg pode custar até R$ 135. É o que revela pesquisa de preço realizada pelo Mercado Mineiro e divulgada nesta segunda-feira (4).

Com o preço nas alturas, pesquisar é necessário. O levantamento consultou 105 estabelecimentos. O valor do botijão entregue no próprio bairro pode custar de R$ 95 até R$ 135, variação de 42,11%. Já na portaria o consumidor pode pagar de R$ 89,99 até R$ 135. Os valores apontam diferença de 50%.

“O consumidor tem que pesquisar, pois o preço do gás está caro não apenas no Brasil, mas também no mercado externo. O objetivo da pesquisa é mostrar a necessidade da população ficar atenta com o preço, ainda mais que vamos ter o auxílio gás para as famílias em vulnerabilidade”, diz Feleciano Abreu ao BHAZ.

Aumento no preço médio

O preço médio do gás teve um aumento forte desde o começo do ano até setembro. O botijão de 13 kg que lá em janeiro custava em média R$ 84,81 saltou para R$ 106,89. O aumento de R$ 22,08 representa 26%.

Mesmo quando o consumidor vai até o estabelecimento, ele encontra um preço caro. Antes ele pagava R$ 77,83, agora R$ 98,86, aumento de R$ 21, 27% a mais que no primeiro mês de 2021.

Veja outros valores de preço médio:

  • Cilindro de 45 kg entregue na região – de R$ 342,73 para R$ 410,62 – aumento de 19,81% ou R$ 67,89
  • Cilindro de 45 kg buscado na portaria – de R$ 328,87 para R$ 388,42 – aumento de 18% ou R$ 59,55

A pesquisa completa pode ser vista aqui.

Edição: Vitor Fernandes
Vitor Fórneasvitor.forneas@bhaz.com.br

Repórter do BHAZ de maio de 2017 a dezembro de 2021. Jornalista graduado pelo UniBH (Centro Universitário de Belo Horizonte) e com atuação focada nas editorias de Cidades e Política. Teve reportagens agraciadas nos prêmios CDL (2018, 2019 e 2020), Sebrae (2021) e Claudio Weber Abramo de Jornalismo de Dados (2021).

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