A influenciadora Kamila Simioni apresentou documentos de cadastro no presídio para formalização de união estável com Vinício Oliveira da Silva, conhecido como “Neguinho da Mabel”, de 39 anos, suspeito de ser líder do tráfico de drogas e suspeito de homicídio. Ele está preso em uma unidade prisional de Belo Horizonte desde 25 de agosto deste ano.
Em 5 de outubro, Kamila teria ido ate o Presídio Antônio Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde ele está preso.
Prisão
Vinício foi preso, em uma mansão na região da Pampulha, em Belo Horizonte, imóvel pertencente à influenciadora. Na época, informações apuradas pelo BHAZ apontavam que os dois mantinham um relacionamento havia cerca de cinco meses. Kamila, no entanto, teria negado o envolvimento amoroso com o suspeito.
Segundo um familiar próximo da influenciadora, Kamila sabia que Vinício era procurado pela Justiça. O suspeito tinha um mandado de prisão em aberto expedido pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e era procurado desde 28 de julho por envolvimento em um homicídio.
Vinício também é suspeito de ser uma das lideranças do tráfico de drogas na região do Jardim Felicidade, na Região Norte de Belo Horizonte.
Ainda de acordo com o familiar, a localização do suspeito teria sido descoberta após ele realizar uma transferência via pix de R$ 15 mil para a influenciadora. O dinheiro teria sido enviado para o pagamento de um salão de beleza na tarde dessa segunda-feira (24). A movimentação financeira teria contribuído para que a polícia chegasse até o local onde ele estava.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi encaminhado ao Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde foi cumprido o mandado de prisão preventiva expedido pelo Tribunal de Justiça.
Em nota divulgada nas redes sociais, a defesa de Kamila Simioni afirmou que não há, até o momento, qualquer elemento que demonstre vínculo da influenciadora com o caso, especialmente considerando as informações presentes no inquérito e na cópia do mandado. “Desde já, esclareço que não existe nenhum tipo de vínculo. Para não confundirmos as coisas, o que acontece na vida de uma pessoa não significa que outra esteja vinculada a isso, principalmente quando se trata apenas de uma questão de local”, afirmou a defesa.











