Vídeo: Mulher é flagrada dirigindo de ré e é presa por portar drogas em Santa Catarina

mulher que dirigia de ré
De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o veículo não era licenciado (Reprodução/PMRv)

Uma mulher foi presa após conduzir um carro Corsa em marcha ré em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina. O episódio ocorreu no domingo (20), mas somente ontem (21) a jovem de 27 anos foi localizada e presa. De acordo com a PMRv (Polícia Militar Rodoviária) do estado, ela portava drogas.

Nessa segunda-feira (21), a PMRv fazia um patrulhamento na SC-283 quando, no km 84, próximo ao município de Paial, avistou o veículo que fora filmado no dia anterior. Na abordagem, foram encontradas três porções de “substância análoga à cocaína”.

Carro não era licenciado

Embora apresentasse sinais evidentes de alteração, a mulher que dirigia de ré se recusou a fazer o teste para detectar o uso de substâncias ilícitas. De acordo com a corporação, o veículo de cor vermelha também não era licenciado e apresentava “mal estado de conservação”.

Em nota ao BHAZ (leia abaixo na íntegra), a PMRv afirmou que o veículo em questão apresentou perigo aos demais motoristas, visto que a moça dirigia no sentido contrário da rodovia. Diante disso, a motorista foi conduzida à delegacia da Polícia Civil e teve prisão decretada. O carro foi encaminhado ao pátio do município.

Nota da PMRv

“Guarnição do Posto da Polícia Militar Rodoviária de Chapecó, realizava patrulhamento rodoviário na SC 283 quando no Km 84, próximo do acesso a Paial – SC, avistou o GM Corsa de cor vermelha, veículo que foi filmado no dia anterior, (20/02/22) transitando em marcha ré sob a Rodovia SC 480, próximo a Chapecó. Após troca de informações confirmou-se que realmente era o veículo filmado transitando em marcha ré sob rodovia.

Realizado a abordagem, em busca veicular foi localizado três porções de substância análoga a cocaína que após pesado somou a quantia aproximada de 17,7 gramas.

Ainda, a condutora uma feminina de 27 anos, recusou-se a realizar o teste do etilômetro sendo que os sinais de alteração da capacidade piscicomotora eram visíveis, sendo confeccionado o Auto de Constatação de Alteração da Capacidade Piscicomotora.

Não bastando, a condutora não era habilidade, o veículo não era licenciado e em mau estado de conservação, gerando perigo para os demais usuários da rodovia.”

Edição: Roberth Costa
Nicole Vasquesnicole.vasques@bhaz.com.br

Graduanda em Jornalismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.

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