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Chico Maia

Arbitragens foram os maiores destaques da primeira rodada do Brasileirão 2024

16/04/2024 às 10h45 - Atualizado em 16/04/2024 às 10h54
Começou mal a temporada nacional com erros escandalosos de arbitragens (Imagem: twitter.com/Brasileirao/Carlos Jean

Diz o jargão que “arbitragem boa é a que não é notada durante a partida”. Verdade verdadeira! Sendo assim, começou mal a temporada nacional com erros escandalosos, principalmente em três partidas. Melhor dizer que foram erros involuntários, já que é impossível detectar delito só pelo que se vê durante um jogo de futebol. Prefiro acreditar em erros, mas com tanto dinheiro envolvido no futebol e tantas histórias comprovadas, é bom sempre ficar com um pé atrás.

No Corinthians 0 x 0 Atlético, o carioca Yuri Elino Ferreira da Cruz foi rigoroso no tratamento ao Battaglia e mansinho na violência contumaz do Fagner, na cara dele, a um metro de distância, quando o corintiano quase arrebentou o joelho e a coxa do Zaracho. Fagner é useiro e vezeiro desse tipo de violência. Como estamos no país da impunidade, num dos próximos jogos, repetirá. Na cara da arbitragem. E fica por isso mesmo!

Até a imprensa paulista desceu o cacete nesse carioca, como o ex-jogador Neto e equipe do programa dele na Band:

Impressionante também o paulista Flávio Rodrigues de Souza, que aprontou contra o Grêmio na derrota de 3 x 2 para o Vasco, em São Januário. O mesmo que apitou Atlético 3 x 1 Cruzeiro na final do Campeonato Mineiro.

O mais estranho é que ele deu pênalti, a favor do Atlético, numa bola na mão quase imperceptível do Lucas Silva e não agiu da mesma forma com o Lucas Piton, do Vasco, quase que segurando a bola dentro da área, contra o Grêmio.

Em ambos os lances, ele foi alertado pelo VAR, mas Minas, deu pênalti, no Rio, não. Que critério é esse? E a imagem está rodando nas redes mundo afora:

Pra completar as lambanças de árbitros dos três estados mais fortes do futebol brasileiro, o mineiro André Luiz Skettino Policarpo Bento, ferrou o Atlético-GO, derrotado pelo Flamengo no estádio Serra Dourada por 2 a 1.

O presidente Adson Batista, do time goiano disse depois do jogo: “Sobre a arbitragem, uma boa parte é uma vergonha, é uma máfia. Eles entram em campo para fabricar resultados. Eu vivo o futebol 24 horas por dia e ganho tudo no suor, no trabalho. Tenho um time que não tem dívidas, que é equilibrado. Fazer futebol sério é muito difícil. O Flamengo não precisa disso, é um grande clube e tem muita qualidade. O Atlético-GO jogou de igual para igual”.

@chicomaiablog “Lembrando deste livro autobiográfico do Walter Clark, ex-vice do Flamengo, anos 1980, um dos criadores da Globo. Lá ele diz: “…se pensam que não se compra mais árbitros de futebol, os senhores estão redondamente enganados…” A 1a edição foi em 1991, a 2a em 2015. Atualíssimo!

Chico Maia

Chico Maia

Email: chicomaiabd@gmail.com

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