A tecnologia de análise de dados da Opta já definiu quem deve dominar a Copa do Mundo de 2026. Após realizar cerca de 10 mil simulações, a máquina projetou que França, Espanha, Inglaterra e Argentina são as seleções com maior probabilidade de avançar para as semifinais.
Previsões do Supercomputador Opta para as quartas de final
Os números são brutais contra os azarões. A França lidera o favoritismo com 72,10% de chance contra Marrocos, enquanto a Espanha aparece com 70,72% diante da Bélgica.
A disputa entre Inglaterra e Noruega é mais equilibrada, mas a máquina ainda coloca os ingleses na frente com 61,96% de probabilidade. Já a Argentina possui 63,62% de chance para superar a Suíça e garantir sua vaga na próxima fase.
A precisão da Opta assusta quem acredita apenas no instinto. A ferramenta acertou seis dos oito classificados para as quartas de final e previu corretamente os vencedores de 14 dos 16 jogos da segunda fase.
Alerta de suspensões: jogadores pendurados
O risco de desfalques agora assombra as comissões técnicas. Ao todo, 19 jogadores entram nas quartas de final pendurados com um cartão amarelo e podem ser suspensos automaticamente para a semifinal.
Marrocos vive a situação mais crítica com cinco atletas sob risco, incluindo Achraf Hakimi e Issa Diop. A Inglaterra também está em alerta com quatro nomes na lista, como Jude Bellingham e Declan Rice.
Por outro lado, Espanha e Bélgica respiram aliviadas. Apenas Ferran Torres e Brandon Mechele estão pendurados em seus respectivos elencos.
Análise de desempenho: melhores e piores das oitavas
O fim da fase anterior deixou marcas profundas, especialmente para a seleção brasileira. O time de Carlo Ancelotti foi a base da equipe dos piores da rodada após ser eliminado pela Noruega.
Enquanto isso, nomes como Erling Haaland e Lionel Messi brilharam intensamente. Haaland foi o demolidor do Brasil com dois gols, enquanto Messi foi apontado como o cara da Copa após a virada contra o Egito.
No setor defensivo, o goleiro norueguês Nyland foi herói ao parar Bruno Guimarães em um pênalti decisivo. A eficiência de Rodri e Cubarsí também colocou a Espanha como uma das defesas mais sólidas do torneio.








