A morte do piloto do helicóptero que caiu em uma fazenda na zona rural de Passos, no Sul de Minas, foi confirmada neste domingo (8). A aeronave transportava cinco pessoas, entre elas três homens e duas mulheres, que seriam convidados de um casamento realizado na propriedade. Os outros quatro ocupantes sobreviveram e seguem internados na Santa Casa de Passos.
A queda ocorreu na tarde desse sábado (7), na Fazenda Tiodoro, às margens da MG-050. O helicóptero, de matrícula PP-MYO, havia decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, com destino ao local da celebração.
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De acordo com informações levantadas pelo Corpo de Bombeiros no local, o helicóptero perdeu a estabilidade enquanto sobrevoava um milharal. Rafael Grossi Teixeira, de 43 anos, era o piloto da aeronave. Ele chegou a ser socorrido, mas morreu após ser hospitalizado. As circunstâncias da queda, no entanto, ainda serão investigadas.
Sobreviventes da queda do helicóptero estão hospitalizados no Sul de Minas
Os cinco ocupantes foram resgatados e encaminhados à Santa Casa de Passos. Segundo informações do hospital, um dos quatro sobreviventes está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), para monitoramento. Ele apresenta fraturas ortopédicas e trauma torácico, mas permanece estável.
Os outros três pacientes estão em leitos de enfermaria e não precisam de acompanhamento intensivo. Inicialmente, os Bombeiros informaram que todas as vítimas estavam conscientes e estáveis no momento do resgate.
Investigação sobre a queda do helicóptero
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) confirmou a morte do piloto e informou que a perícia esteve na fazenda para realizar os trabalhos de identificação e coleta de vestígios. O corpo será encaminhado ao Posto Médico-Legal (PML), onde passará por exames.
A corporação também informou que as circunstâncias do acidente estão sendo apuradas. Uma equipe de policiais civis acompanhou a ocorrência.
A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), também iniciou os trabalhos para investigar o caso. Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), com sede no Rio de Janeiro, foram acionados para realizar a chamada Ação Inicial.
Nessa etapa, são coletados e confirmados dados sobre a ocorrência, verificados os danos provocados à aeronave e reunidas informações que vão subsidiar as próximas fases da investigação. O objetivo é identificar possíveis fatores que contribuíram para o acidente e, se necessário, emitir recomendações para evitar novas ocorrências.









