A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou o 8º caso de Mpox em BH. De acordo com a pasta, outros 4 casos foram registrados na Região Metropolitana e no Oeste do estado.
Segundo a SES-MG, os casos foram registrados em pessoas do sexo masculino, com idades entre 25 e 56 anos. No entanto, todos os 12 infectados apresentam evolução para cura. Veja o detalhamento por município:
Veja também
| Município | Casos confirmados |
| Belo Horizonte | 8 |
| Contagem | 2 |
| Formiga | 1 |
| Ribeirão das Neves | 1 |
A secretaria ainda destacou que “mantém monitoramento permanente do cenário epidemiológico e reforça a importância de buscar informações confiáveis e adotar medidas preventivas”, disse em nota.
Nessa segunda-feira (9), o Ministério da Saúde confirmou 140 casos de Mpox desde o início de 2026. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. No entanto, não houve registro de mortes decorrentes da doença durante o período.
Mpox
Causada pelo vírus Monkeypox, os principais sintomas incluem lesões na pele, inchaço dos gânglios linfáticos, febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrios e fraqueza. A SES-MG indica que, ao notar os sintomas, é necessário procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação médica e informar eventual contato com caso suspeito.
A transmissão ocorre por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e materiais contaminados. Nesse sentido, a principal prevenção é evitar contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença, além de higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel.
Além disso, infectados com Mpox devem permanecer em isolamento até o fim do período de transmissibilidade. Outra medida é evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, lençóis e talheres.
Conforme a secretaria, até o momento, “não há tratamento antiviral específico para a doença”. No entanto, há tratamento para alívio dos sintomas e prevenção de complicações. “A maioria dos casos apresenta evolução leve ou moderada”, completou.
O esquema vacinal contra a doença prioriza pessoas com maiores riscos de evolução para formas graves, como pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão. Além disso, profissionais de laboratório que atual em nível de biossegurança 2 e pessoas que tiveram contato com fluidos e secreções de casos suspeitos também podem se vacinar.













