A apresentadora Sônia Abrão relembrou a cobertura do caso Eloá em entrevista para a revista Quem nesta semana. Ao falar sobre o sequestro e morte da jovem, com quem falou três dias antes do assassinato, Sônia disse não se arrepender e que “faria tudo de novo”.
Eloá Pimentel foi sequestrada pelo ex-namorado Lindenberg Fernandes em 2008 e o cárcere da jovem durou cinco dias. Em meio às negociações, Sônia Abrão conseguiu entrevistar, ao vivo, a vítima e o agressor. À época, a apresentadora foi acusada de atrapalhar o trabalho das equipes que tentavam resgatar a jovem.
Para Sônia, a cobertura do caso foi a mais dramática da carreira dela, que já passa dos 23 anos. “Fui a única pessoa com quem ela falou, ainda no cativeiro, três dias antes de ser morta. Fiquei muito tensa e emocionada”, disse ela, acrescentando que “faria tudo de novo”.
A apresentadora ainda disse que não tem problema em pedir desculpas quando erra, seja na vida pessoal ou profissional. “E faço de coração, nada a ver com o medo de ser cancelada, como acontece com muitos por aí”, disse.
O cárcere e os desdobramentos que levaram ao assassinato de Eloá devem ser retratados no novo Linha Direta, que volta à programação da Globo este ano com apresentação de Pedro Bial.
O crime contra a jovem ocorreu em 2008, em Santo André, na Grande São Paulo, e provocou grande comoção em todo o Brasil. À época, o caso foi transmitido ao vivo por diversas emissoras de televisão.












