Tão logo saiu a notícia da demissão do Fernando Seabra, um amigo que acompanha de perto os bastidores do futebol me disse que o nome do Luiz Castro, português que fez sucesso danado no Botafogo ano passado, poderia estar chegando à Toca da Raposa. Largou o Bota, líder absoluto do Brasileiro, para acabar de ficar rico na Arábia. O time carioca despencou e ele também durou pouco lá, mas saiu com a “algibeira” cheia. Está livre no mercado, aguardando ofertas de emprego.
Cheguei a pensar que isso fosse ocorrer, mas horas depois o Cruzeiro anunciava Fernando Diniz, que assumiu hoje.
Luiz Castro seria uma novidade das melhores no futebol mineiro, mas já que a bola da vez é o ex-técnico da seleção brasileira, que seja bem vindo.
Se foi uma boa troca, só o tempo dirá. É bom treinador, de estilo arrojado, mas como qualquer técnico, depende de resultados. Se não surgirem logo, que prepare as malas.
O cruzeirense Sérgio Vargas, dos mais ligados nas coisas da Raposa, gostou: “Dentre os brasileiros, para mim, Diniz sempre esteve entre os melhores. Gosto dele e de seu trabalho. Passou meu luto pelo querido Seabra”.
Para quem gosta de listas de melhores de cada ano, independentemente da credibilidade e critérios de quem as faz, veja essa notícia do jornal Zero Hora de Porto Alegre, do dia 29 de dezembro do ano passado: “Fernando Diniz é eleito o 5º melhor técnico do mundo”
Treinador do Fluminense e da Seleção Brasileira foi contemplado pela lista da IFFHS – Diniz é o primeiro treinador que não é europeu entre os primeiros colocados da lista, além de ser o único representante de um time fora do Velho Continente. Confira o Top 10:
- Pep Guardiola (Manchester City): 281 pontos
- Carlo Ancelotti (Real Madrid): 56 pontos
- Luciano Spaletti (Napoli): 53 pontos
- Simoni Inizaghi: (Inter de Milão): 51 pontos
- Fernando Diniz (Fluminense): 33 pontos
- Mikel Arteta (Arsenal): 30 pontos
- Xavi (Barcelona): 26 pontos
- Ange Postecoglou (Celtic/Tottenham): 12 pontos
- Unay Emery (Aston Villa): oito pontos
- Jurgen Klopp (Liverpool): seis pontos
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À frente de Xavi e Jurgen Klopp? Acredite quem quiser!
Eu recorro à frase do saudosíssimo mestre jornalista Rogério Perez: “Menos gente; muito menos”.















