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Wagner Moura conquista prêmio de melhor ator em Cannes por sua atuação em ‘O Agente Secreto’

24/05/2025 às 15h17 - Atualizado em 24/05/2025 às 15h23
O filme brasileiro "O Agente Secreto" leva prêmios em sábado de Festival de Cannes. (Reprodução)

Wagner Moura venceu o prêmio de “Melhor Ator” neste sábado (24) durante o 78º Festival de Cannes, por sua atuação no filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho. O ator baiano, no entanto, não compareceu à cerimônia de premiação, e foi o próprio diretor quem subiu ao palco para receber o troféu e agradecer em nome do ator.

O diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho também saiu consagrado do 78º Festival de Cannes, vencendo na categoria de “Melhor Diretor”. Além dos prêmios individuais, o filme O Agente Secreto conquistou ainda o “Prêmio da Crítica”, concedido pela Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica (Fipresci), que reúne centenas de jornalistas especializados de todo o mundo

Festival de Cannes

Vale a pena recordar que, no último domingo (18), durante a exibição do filme no festival, o público aplaudiu de pé o longa brasileiro por 15 minutos ininterruptos, e a crítica já o aponta como um dos favoritos a levar prêmios.

E como de costume, o festival sempre nomeia um “País de Honra” da edição e este ano, este título ficou com o Brasil. O título carrega uma homenagem e celebra um país e reconhece todos os seus feitos para a indústria cinematográfica global. Além do Brasil, outros três países já recebeu este título sendo — Suíça (2024), Espanha (2023) e Índia (2022).

O Agente Secreto

O filme passa em 1977, em plena ditadura militar, Wagner Moura interpreta um cientista, que comanda um laboratório numa universidade Pernambuco e pesquisa energia. Ao desagradar um representante da indústria com ligações com uma empresa de energia, ele se torna alvo de perseguição.

Ele chega ao ponto de se abrigar numa pensão que funciona como um lar para refugiados. Além disso, ele almeja sair do país com seu filho pequeno, com a ajuda do sogro (Carlos Francisco) e de uma célula de resistência ao poder instaurado, que conta com a misteriosa Elsa (Maria Fernanda Cândido) como operativa.

Lavínia Fernandes

Jornalista formada pela PUC Minas. Publicou um artigo sobre alfabetização midiática pela Intercom. Foi estagiária de assessoria de comunicação na ALMG. Repórter no BHAZ desde novembro de 2024.
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Email: lavinia.barbosa@bhaz.com.br

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