Familiares e moradores da Vila Acaba Mundo, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, realizaram um protesto na tarde desta quarta-feira (16), na Praça Carioca, no Sion, em cobrança por justiça após o acidente com um ônibus de turismo clandestino que deixou 10 mortos em Petrópolis, no Rio de Janeiro.
Vídeos enviados ao BHAZ mostram moradores com cartazes e gritando por justiça durante o ato. As vítimas do acidente eram moradoras da comunidade.
Os familiares também cobram respostas da Estrela Guia Turismo, empresa responsável pelo ônibus. Segundo eles, não houve contato da empresa com as famílias após a tragédia.
Entre as vítimas estão uma grávida e uma menina de sete anos. São elas:
- Alessandra Pereira, 34 anos;
- Dayanna de Lima Viana, 36 anos;
- Jhennifer Ferreira Carvalho, 33 anos;
- Ketelyn Polyane Alves de Oliveira, 19 anos;
- Keyla Perucci da Silva, 35 anos;
- Lavinia Eduarda Souza Dias, 7 anos;
- Luciana Ferreira Carvalho, 53 anos;
- Natália Fimiano de Barros, 34 anos;
- Priscilla de Souza Braz, 33 anos;
- Vânia Elida de Jesus, 33 anos.
Acidente
O ônibus saiu de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro e tombou na madrugada de 16 de agosto, na altura do km 91 da BR-040, em Petrópolis. O coletivo transportava 47 passageiros.
Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram mobilizadas para o resgate. Os feridos foram encaminhados para unidades de saúde de Petrópolis, Duque de Caxias e do Rio de Janeiro.
O que diz a empresa
Em nota divulgada após o acidente, a Estrela Guia Turismo informou que estava colaborando com as autoridades e adotando medidas para prestar assistência às vítimas e aos familiares.
A empresa também afirmou que acompanhava a situação e disponibilizava o suporte necessário, enquanto aguardava a conclusão das investigações.
O BHAZ procurou novamente a Estrela Guia Turismo nesta quarta-feira (16) para questionar as reclamações dos familiares e saber quais medidas de assistência estão sendo oferecidas. A reportagem aguarda retorno.













