O cantor e compositor Flávio Venturini retorna a Belo Horizonte no dia 04 de dezembro para encerrar a Tour 50 anos. O show acontece no Teatro do Minascentro, às 21h, celebrando cinco décadas de uma trajetória marcada por passagens emblemáticas pelo rock progressivo e a música mineira. O espetáculo marca o fim de uma série de apresentações que percorreu diversas cidades brasileiras ao longo de 2026.
A apresentação, com direção do próprio artista, terá um setlist que mescla clássicos consagrados e material inédito. Entre as canções confirmadas estão “Todo Azul do Mar”, “Noites com Sol”, “Espanhola”, “Nascente”, “Besame”, “Mais uma Vez”, “Céu de Santo Amaro” e “Linda Juventude”.
Além dos sucessos, Venturini levará ao palco novas composições autorais que não fazem parte de seus discos anteriores. Sobre a experiência do público, o músico afirma: “Será um show para relembrar se emocionar e cantarmos juntos”.
O artista será acompanhado por sua banda mineira, formada por Gláucia Quites (backing vocal), Breno Mendonça (sax e flauta), Alexandre Lopes (guitarra e vocal), Arthur Rezende (bateria) e Adriano Campagnani (baixo).
Trajetória e a ‘Tour 50 Anos’
A turnê atual foi inspirada no álbum “Minha História”, lançado em 2025 pela gravadora Biscoito Fino. O disco é marcado por colaborações com nomes como Djavan, Ney Matogrosso, Vanessa da Mata, Ivete Sangalo, Guilherme Arantes e Jota Quest.
O ciclo de comemorações de 50 anos começou em abril de 2026, com a abertura da turnê no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, e seguiu por diversas capitais do Brasil.
Histórico do artista
Nascido em Belo Horizonte, Flávio Venturini iniciou sua jornada profissional em 1974 com o grupo de rock progressivo O Terço. Posteriormente, integrou o movimento Clube da Esquina, gravando a música “Nascente” a convite de Milton Nascimento.
Nos anos 80, o músico fundou o grupo 14 Bis, alcançando grande projeção nacional, antes de seguir para a carreira solo em 1989. Ao longo de sua vida artística, gravou 26 discos e 3 DVDs, recebendo inclusive um disco de ouro em 1995 pelo álbum “Noites com Sol”.
A influência de Venturini atravessa fronteiras, com suas canções interpretadas por artistas como Caetano Veloso e Maria Bethânia no Brasil, além de gravações nos Estados Unidos, China e Suécia.










