Dezenas de peixes mortos foram vistos na superfície da Lagoa da Pampulha nos últimos dias. Equipes da Prefeitura de BH recolhem os animais, enquanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente apura a causa da alta de mortes. Entre as hipóteses investigadas estão um fenômeno natural que reduz o oxigênio disponível na água e a possibilidade de despejo irregular de resíduos nos córregos que abastecem a lagoa.
Vídeos enviados ao BHAZ mostram peixes mortos boiando perto da orla. Em outra gravação, uma equipe aparece recolhendo os animais da água. Veja:
Uma das causas avaliadas pela secretaria é a inversão térmica, fenômeno que pode ocorrer após mudanças bruscas de temperatura, chuvas intensas e ventos fortes. O processo provoca a mistura da água profunda, com menos oxigênio, com a água da superfície, o que pode reduzir a quantidade de oxigênio disponível para os peixes.
A secretaria também investiga, em conjunto com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), a possibilidade de despejo irregular de resíduos nos córregos que deságuam na lagoa. A apuração considera dados do monitoramento da qualidade da água.
As equipes municipais continuam acompanhando a situação e recolhendo os peixes mortos para identificar possíveis alterações e definir medidas para preservar a Lagoa da Pampulha.
O BHAZ também procurou a Copasa e aguarda retorno.








