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Parceria entre a Prefeitura de BH e a Polícia Federal resulta em 16 prisões por reconhecimento facial

17/08/2026 às 11h07 - Atualizado em 17/08/2026 às 11h42
BH prisões reconhecimento facial
Centro de Opreações da PBH (Júnia Garrido/PBH)

Dezesseis pessoas foram presas após reconhecimento facial na capital mineira, no projeto que envolve uma parceria entre prefeitura de BH e Polícia Federal. As prisões ocorreram entre 10 de julho e 14 de agosto.

Dentre os presos, 11 respondem por crimes de diferentes naturezas e cinco foram detidos por não pagamento de pensão alimentícia. Tráfico de drogas, roubo, furto, receptação, lesão corporal e ameaça, além de porte ilegal de arma e corrupção ativa estão entre os crimes cometidos. Quize, das 16 prisões, ocorreram na região do Hipercentr da capital.

Os resultados são os primeiros efeitos operacionais da integração entre as câmeras de monitoramento do município e a plataforma disponibilizada pela Polícia Federal, responsável pelo processamento das imagens e pela geração de alertas. Quando há correspondência, o alerta passa por validação técnica de profissionais da Polícia Federal antes da adoção de qualquer medida operacional pelos órgãos competentes. Dessa forma, o sistema não realiza prisões ou decisões de maneira autônoma, oois há sempre a atuação humana

Muralha BH

O Muralha BH busca a integração de diferentes tecnologias, câmeras e bases de dados no monitoramento urbano. Segundo a PBH, ao todo, mais de 10 mil câmeras deverão ser instaladas em pontos estratégicos de Belo Horizonte, incluindo praças, parques, escolas, centros de saúde, vias de grande circulação, corredores urbanos, acessos ao Anel Rodoviário e divisas com municípios vizinhos.

Redação BHAZ

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