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Polícia conclui que menina de 12 anos foi estuprada e asfixiada em BH

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A menina de 12 anos foi encontrada morta terça-feira (16) no bairro Bela Vitória, na região Nordeste de BH (Reprodução/Redes sociais)

A Polícia Civil confirmou, em coletiva realizada nesta sexta-feira (26), que a menina de 12 anos deixada morta na rua foi estuprada e asfixiada em BH. O crime, cometido por um homem de 25 anos, aconteceu no bairro Bela Vitória, região Nordeste de Belo Horizonte em 16 de janeiro. Após a morte, o suspeito deixou o corpo da vítima na rua.

De acordo com o delegado Leandro Alves Santos, o suspeito levou a garota para a casa já com a intenção de cometer o estupro. “Ficou comprovado, primeiro, que houve conjunção carnal e foi encontrado material no corpo da vítima. Esse material é o mesmo do DNA do investigado. Então foi o investigado que estuprou a vítima”, informa.

Durante o depoimento, a PC informou que o homem não colaborou muito com as investigações, dando respostas evasivas. Apesar disso, pode-se concluir que a garota morreu asfixiada. “Houve um homicídio por sufocação indireta. A vítima teve o tórax comprimido de uma forma que ela não conseguia respirar e veio a óbito”, explicou Leandro.

Ainda de acordo com a Polícia Civil, além de assumir o risco de matar a menina, ele não se propõe em momento nenhum a prestar socorro. Isso descarta o indiciamento por homicídio culposo. O relatório final aponta ainda que se a vítima tivesse sido atendida após o crime acontecer, a possibilidade de ela ser reanimada era muito grande.

Homem é indiciado por estupro de vulnerável

Uma das testemunhas disse aos agentes que o suspeito tinha predileção sexual por se envolver com meninas mais jovens e que ele tinha sido indiciado por outro estupro de vulnerável que aconteceu em 2021. Ele também tem passagem por furto e tráfico de drogas.

Agora, a PC indiciou o homem por estupro de vulnerável, homicídio por motivo torpe, fraude processual e corrupção de menores. Ele permanece preso, desde o dia do crime. A justiça converteu a prisão em flagrante para prisão preventiva. Se condenado, as penas podem chegar a 54 anos de prisão.

João Lages

Repórter no BHAZ desde setembro de 2023. Jornalista com 4 anos de experiência em veículos de comunicação. Fez cobertura de casos que têm relevância nacional e internacional. Com passagem pela RecordTV Minas, também foi produtor e editor de textos na Record News.

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