O Ministério das Relações Exteriores manifestou, nesta terça-feira (24), “profundo pesar” pela morte da brasileira Juliana Marins, que caiu da borda de uma cratera do Monte Rinjani, na Indonésia, no último sábado (21). O corpo da jovem de 26 anos foi localizado hoje por equipes de resgate.
De acordo com o Itamaraty, a embaixada do Brasil em Jacarta “mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, para a tarefa de resgate” e “vinha acompanhando os trabalhos de busca desde a noite de sexta-feira, quando foi informada da queda”.
Entretanto, as tentativas de localizar e resgatar Juliana se estenderam por mais de três dias. Apenas nesta terça-feira um helicóptero com uma equipe de resgate especial da Agência Nacional de Busca e Resgate indonésia (Basarna) foi enviado ao local exato do acidente.
Segundo o Ministério, a ação das autoridades foi dificultada pelas “condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região”. “O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente”, finalizou a nota.
Posicionamento
Ao contrário do Itamaraty, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, adotou um tom mais crítico à atuação das autoridades indonésias em nota sobre o caso de Juliana Marins. “Devemos transformar o luto em luta: Para que nenhuma mulher seja abandonada, e para que não transformem nossos sonhos em culpa”, publicou.
A ministra também lamentou a morte da brasileira. “Com o coração apertado, lamentamos o falecimento da jovem aventureira”, registrou.
Confirmação da morte
A família de Juliana Marins, brasileira que se acidentou num vulcão na Indonésia no último sábado (21), confirmou, na manhã desta terça-feira (24), a morte da jovem de 26 anos.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu”, publicou a família nas redes sociais.
Juliana fazia uma trilha no Monte Rinjani, vulcão ativo localizado na ilha indonésia de Lombok, quando caiu da borda de uma cratera.
Com Agência Brasil












