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Autoridades lamentam morte de Juliana Marins em vulcão na Indonésia

24/06/2025 às 12h56 - Atualizado em 24/06/2025 às 12h59
Corpo da brasileira foi localizado nesta terça-feira (Reprodução/Redes sociais)

O Ministério das Relações Exteriores manifestou, nesta terça-feira (24), “profundo pesar” pela morte da brasileira Juliana Marins, que caiu da borda de uma cratera do Monte Rinjani, na Indonésia, no último sábado (21). O corpo da jovem de 26 anos foi localizado hoje por equipes de resgate.

De acordo com o Itamaraty, a embaixada do Brasil em Jacarta “mobilizou as autoridades locais, no mais alto nível, para a tarefa de resgate” e “vinha acompanhando os trabalhos de busca desde a noite de sexta-feira, quando foi informada da queda”.

Entretanto, as tentativas de localizar e resgatar Juliana se estenderam por mais de três dias. Apenas nesta terça-feira um helicóptero com uma equipe de resgate especial da Agência Nacional de Busca e Resgate indonésia (Basarna) foi enviado ao local exato do acidente.

Segundo o Ministério, a ação das autoridades foi dificultada pelas “condições meteorológicas, de solo e de visibilidade adversas na região”. “O governo brasileiro transmite suas condolências aos familiares e amigos da turista brasileira pela imensa perda nesse trágico acidente”, finalizou a nota.

Posicionamento

Ao contrário do Itamaraty, a ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, adotou um tom mais crítico à atuação das autoridades indonésias em nota sobre o caso de Juliana Marins. “Devemos transformar o luto em luta: Para que nenhuma mulher seja abandonada, e para que não transformem nossos sonhos em culpa”, publicou.

A ministra também lamentou a morte da brasileira. “Com o coração apertado, lamentamos o falecimento da jovem aventureira”, registrou.

Confirmação da morte

A família de Juliana Marins, brasileira que se acidentou num vulcão na Indonésia no último sábado (21), confirmou, na manhã desta terça-feira (24), a morte da jovem de 26 anos.

“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu”, publicou a família nas redes sociais.

Juliana fazia uma trilha no Monte Rinjani, vulcão ativo localizado na ilha indonésia de Lombok, quando caiu da borda de uma cratera.

Com Agência Brasil

Thiago Cândido

Jornalista pela UFMG. Repórter no BHAZ desde 2023. Participou de reportagem vencedora do Prêmio CDL/BH de Jornalismo 2024.
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Email: [email protected]

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