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Com 1,92 m, Carol Gattaz relembra ‘bullying’ e ‘drama’ da altura na infância: ‘De repente’

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Carol Gattaz relembrou casos inusitados que viveu por causa da altura no Arreda pra Cá (BHAZ/Divulgação)

Essa aqui é pra quem cresceu acostumado a olhar para os amigos, literalmente, de cima para baixo. A jogadora de vôlei Carol Gattaz, primeira convidada do Arreda pra Cá, podcast do BHAZ, relembrou o “drama” por ser muito mais alta do que os parentes e colegas e várias situações que, apesar de constrangedoras, são muito comuns pra quem vive “nas alturas”.

A altura, que acabou se tornando um trunfo para a carreira de Carol, também causou muito transtorno antes de ela se revelar um fenômeno do vôlei. “Sempre fui alta. Na minha época, não era bullying, mas eu sofria, porque ninguém queria… aquela coisa de dançar sabe?”, lembra a atleta.

A diferença era notável desde cedo, até mesmo dentro da família, já que Carol “espichou” cedo e acabou ultrapassando os parentes da mesma idade e até alguns mais velhos. “Esses dias estava vendo uma foto de criança minha. Eu estou no primeiro mês [de vida] e, de repente, dou um salto para o segundo mês muito rápido”, conta.

Pequena gigante

“De repente, com um ano, eu já estou muito maior do que a média, sabe? Até das minhas irmãs”, conta a jogadora de vôlei sobre as recordações de infância. “Então eu falei ‘gente, eu acho que eu era alta mesmo’. É engraçado que até com dois anos eu já era mais alta do que meus primos de 5, 6 anos”.

Alguns dos momentos constrangedores na vida de uma criança e adolescente mais alta do que o normal, ainda segundo os relatos de Carol Gattaz, aconteciam nas épocas de festa junina: “Ninguém queria dançar, fora quando eu fazia o homem da quadrilha”.

A altura incomum, no entanto, acabou virando um “empurrãozinho” na direção de uma carreira de muito sucesso no vôlei. Com passagens pela seleção brasileira desde a adolescência, a central do Minas Tênis Clube ganhou sua primeira medalha olímpica em 2021, quando o vôlei feminino do Brasil foi prata nas Olimpíadas de Tóquio.

Agora, Carol Gattaz se prepara para disputar uma vaga na seleção para as Olimpíadas de Paris 2024, quando ela terá 43 anos – e pretende bater o próprio recorde de idade. Tudo isso – e muito mais – ela contou em detalhes no nosso podcast. Quer saber mais? Arreda pra cá, então!

Arreda pra cá

Se tem duas coisas que o mineiro gosta de verdade, elas são: Minas Gerais e uma boa conversa. Se juntar os dois então, já viu… E foi exatamente isso que o BHAZ fez: o Arreda pra Cá, nosso podcast, recebe personalidades mineiras e figuras importantes que têm tudo a ver com a história do nosso estado. Tem esporte, internet, arte e uma bebidinha que não pode faltar, né!?

Pra conferir tudo sobre o podcast e assistir os papos com os próximos convidados, acompanhe aqui.

Giovanna Fávero

Editora no BHAZ desde março de 2023, cargo ocupado também em 2021. Antes, foi repórter também no portal. Foi subeditora no jornal Estado de Minas e participou de reportagens premiadas pela CDL/BH e pelo Sebrae. É formada em Jornalismo pela PUC Minas e pós-graduanda em Comunicação Digital e Redes Sociais pela Una.

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