Tem o time que perde feio em casa para o então lanterna do campeonato, Coritiba e para o maior rival, Cruzeiro. E tem o que vai a São Paulo, ganha do Palmeiras, na capital, e do vice-líder Bragantino, no interior.
Mas ambos são inconfiáveis. Faltam jogadores à altura na defesa, meio e ataque. Uns por falta de condição técnica, outros porque já estão com a data de validade vencida, mesma situação também do treinador.
Ambos vão enganando os torcedores mais apaixonados, que não se revoltam com duas derrotas absurdas dentro daquele que se pretendia que fosse o “caldeirão” de um Galo quase imbatível lá dentro. Comandados por um treinador frio, calejado, acostumado com tudo no futebol, que não mostra indignação ao ser derrotado em casa por dois adversários tão emblemáticos: o lanterna e o “cabuloso” na fase em que ele se encontra.
E quando se pensava que Felipão tivesse arrumado a defesa, o ponto mais fraco do time, ela volta a mostrar a sua ruindade. Como bem lembrou o tradicional atleticano Eduardo de Ávila, que publiquei no twitter: “… o gol do Bragantino: debaixo das pernas do Rever, ganha na corrida do Fuchs e passeia em cima do Jemerson…”















