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Patrão cobra mensalidade para que funcionários bebam água e é chamado de ‘pior chefe do mundo’

06/04/2022 às 16h17
chefe cobra agua
Um homem dos Estados Unidos resolveu expôr a conduta abusiva do seu chefe - que cobra uma mensalidade dos funcionários para a água (Reprodução/Reddit)

Já se imaginou recebendo a notícia de que teria que pagar uma mensalidade para beber água no seu próprio ambiente de trabalho? Foi o que ocorreu com o funcionário de uma empresa dos Estados Unidos. Revoltado, ele resolveu expôr a conduta abusiva do chefe em uma rede social. O post despertou dezenas de críticas e o empregador logo ficou conhecido como o “pior chefe do mundo”.

Na imagem, publicada no Reddit, é possível ver o bebedouro com um aviso, que diz: “Olá bebedor de água. Se você gostaria de desfrutar desta deliciosa Poland Spring Water (marca de água americana), por favor, consulte Sandra ou Michelle para se inscrever no legal ‘Clube da Água’. Esta água não é de graça. Os membros estão desfrutando de recargas ilimitadas por US$ 5 por mês”.

Na legenda do post, o funcionário – identificado como Remy Brady – ironizou a cobrança, que chega a R$ 23 mensais. “No trabalho – onde a água não é de graça”, escreveu ele. A imagem foi publicada na última segunda-feira (4) em uma comunidade chamada “Antitrabalho: Desemprego para todos, não apenas para os ricos!” e já recebeu mais de 74 mil interações.

Usuários se identificam

Pelos comentários da publicação, muita gente se mostrou indignada com a cobrança, mas algumas pessoas até relataram casos semelhantes. “Eu simplesmente pegaria água de qualquer maneira. O que eles vão fazer? Demitir você por beber água?”, questionou um usuário.

“Na escola em que eu trabalhava, tínhamos um clube de água porque a água da torneira era péssima. Mas agora temos um novo superintendente que decidiu cobrir apenas o custo da água”, começou a contar outra pessoa.

“Isso levou à descoberta de que a secretária da escola estava mentindo sobre o preço da água, cobrando caro a todos e embolsando a diferença. E isso nos fez descobrir que ela estava roubando dinheiro de cerca de uma dúzia de outras fontes ao redor da escola também – tudo para alimentar seu enorme vício em jogos de azar!”, concluiu.

Editado por: Roberth R Costa

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.
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Email: [email protected]

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