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Dependentes químicos e familiares serão atendidos por psicólogos gratuitamente via WhatsApp

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O Governo de Minas lançou um canal para oferecer atendimento psicológico e assistencial gratuito a dependentes químicos e seus familiares (Sejusp/Divulgação)

O Governo de Minas lançou, nesta quinta-feira (2), um canal de comunicação que tem o objetivo de oferecer atendimento psicológico e assistencial gratuito a dependentes químicos e seus familiares. Os profissionais atuarão via WhatsApp para facilitar e agilizar orientações e atendimentos.

Com o serviço, o público é acolhido e tem uma escuta especializada para ajuda em casos de tensão ou dúvida. Além disso, a partir desse primeiro contato, no qual é feita, também, uma avaliação psicossocial, os profissionais podem sugerir e realizar encaminhamento do paciente para redes de prevenção, atenção e cuidado.

Via aplicativo de mensagens, o usuário pode ser encaminhado para tratamento na rede de saúde, rede de assistência social, comunidades terapêuticas ou, até mesmo, para grupos de mútua ajuda, como o Alcoólicos Anônimos (AA), por exemplo. O serviço está disponível das 8h às 18h.

O atendimento via WhatsApp vem sendo testado desde janeiro deste ano e já realizou o acolhimento e/ou encaminhamento de 120 dependentes químicos e familiares. “Achei mais fácil pedir ajuda sem estar cara a cara com alguém. Acho que a internet nos dá mais coragem para assumir erros e facilita esse grito de socorro”, disse um dos atendidos.

O número para contato é o (31) 3273-6204. O interessado pode ser atendido tanto por mensagem, quanto por ligação telefônica.

“Os mineiros ganham acesso fácil e rápido à informação, à orientação e ao atendimento psicossocial relacionados aos problemas decorrentes do uso de álcool e outras drogas com esse novo serviço via WhatsApp”, destacou a subsecretária de Políticas sobre Drogas de Minas, Cláudia Leite.

Larissa Reis

Graduada em jornalismo pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e repórter do BHAZ desde 2021. Vencedora do 13° Prêmio Jovem Jornalista Fernando Pacheco Jordão, idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog. Também participou de reportagem premiada pela CDL/BH em 2022.

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