Moradores de 700 bairros de BH, Contagem, Nova Lima, Raposos, Ribeirão das Neves, Sabará, Santa Luzia e Vespasiano devem fazer “uso consciente da água”, segundo a Copasa. O pedido da companhia ocorre após um animal de grande porte, possivelmente uma égua, acessar tubulações da adutora do Sistema Rio das Velhas e forçar a parada da operação nesta terça-feira (5).
“A Copasa reforça a importância do uso consciente da água em Belo Horizonte e na Região Metropolitana e informa que novas atualizações serão fornecidas assim que houver evolução no trabalho das equipes de campo”, informou em nota. No entanto, até a publicação desta reportagem, o animal não foi localizado.
De acordo com a Copasa, o sistema permanece paralisado para que as equipes façam uma varredura na rede de tubulações, que possui 2,4 metros de diâmetro. A companhia “está utilizando recursos tecnológicos avançados, incluindo drones e equipamentos de inspeção robótica, que permitem a análise interna detalhada em pontos de difícil acesso”, disse.
“Esse trabalho de alta precisão é fundamental para assegurar a total integridade da adutora e a segurança operacional antes de qualquer movimento de retomada da operação”, completou a companhia.
Conforme a empresa, a Estação de Tratamento de Água (ETA) deve retornar as atividades “assim que a vistoria for concluída com total segurança técnica e sanitária”, destacou.
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Leia a nota na íntegra
A Copasa informa que suas equipes seguem trabalhando ininterruptamente na inspeção da adutora do Sistema Rio das Velhas na tarde desta terça-feira (05/05). O objetivo central da operação é localizar e realizar a retirada de um animal de grande porte — possivelmente uma égua, conforme relatos recebidos pela companhia — que teria acessado a tubulação. Para garantir a precisão da varredura na rede de 2,4 metros de diâmetro, a Copasa está utilizando recursos tecnológicos avançados, incluindo drones e equipamentos de inspeção robótica, que permitem a análise interna detalhada em pontos de difícil acesso.
Até o momento, a varredura técnica ainda não localizou o animal dentro da extensão vistoriada, o que exige que as equipes continuem o monitoramento minucioso, metro a metro. Por se tratar de uma estrutura de grande complexidade e extensão, esse trabalho de alta precisão é fundamental para assegurar a total integridade da adutora e a segurança operacional antes de qualquer movimento de retomada da operação.
A Estação de Tratamento de Água (ETA) permanece em prontidão para reiniciar as atividades assim que a vistoria for concluída com total segurança técnica e sanitária.
A Copasa reforça a importância do uso consciente da água em Belo Horizonte e na Região Metropolitana e informa que novas atualizações serão fornecidas assim que houver evolução no trabalho das equipes de campo.












