A atriz Laila Zaid usou seu Instagram para criticar a lista de material escolar exigida pela escola do seu filho de 3 anos. Em vídeo, ela desabafa sobre a solicitação de materiais caros e desnecessários.
“Lista de material escolar… que delírio coletivo! Passou da hora da gente questionar a não reutilização dos materiais e a coerência dessa lista”, escreveu na legenda. O relato foi publicado no fim de janeiro, mas começou a ganhar repercussão nesta terça-feira (7).
Entre os itens criticados, Laila destacou a presença de Caneta Posca na lista, um material normalmente utilizado por artistas e que custa cerca de R$ 40. “Caneta posca? Só podem estar de sacanagem. A caneta custa R$ 40 reais! Não vou comprar!”, disparou.
Além disso, a atriz comentou o excesso de consumo de plástico e a política de reutilização dos materiais escolares. “Cadê o que sobrou do ano passado? As crianças têm que ter passado o ano inteiro desenhando, sem fazer mais nada na escola, para isso ter acabado”.
O que as escolas podem e não podem solicitar?
O post levantou nas redes sociais a discussão sobre pedidos da lista de material escolar considerados abusivos. Mas, afinal, o que as escolas podem e não podem solicitar?
De acordo com a legislação brasileira, as escolas são proibidas de incluir produtos de limpeza, de higiene pessoal, de uso coletivo e materiais de escritório na lista materiais dos alunos. Papel higiênico, giz, tinta para impressora e copos descartáveis são alguns dos itens que não podem ser exigidos.
Além disso, a Lei Federal 12.886/2013, que começou a vigorar em 2014, determina a nulidade de qualquer “pagamento adicional ou [ao] fornecimento de qualquer material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição, necessário à prestação dos serviços educacionais”.












