Home Notícias Brasil Na Alemanha, em meio a protestos, Temer diz que não há crise no Brasil

Na Alemanha, em meio a protestos, Temer diz que não há crise no Brasil

O presidente Michel Temer afirmou nesta sexta-feira (7) que não há crise econômica no Brasil. Para corroborar a afirmação, o presidente citou dados do agronegócio e de empregos. Temer desembarcou em Hamburgo, na Alemanha, nesta madrugada, para participar  do encontro de líderes do G20.

“Crise econômica no Brasil não existe. Vocês têm visto os últimos dados”, disse Temer a jornalistas na chegada do hotel. Um repórter o questionou: “Não existe crise crise econômica, presidente?”. O peemedebista, no entanto, não se intimidou e citou dados. “Não. Pode levantar os dados e você verá que nós estamos crescendo, estamos gerando empregos, estamos crescendo a indústria, estamos crescendo o  agronegócio. Lá não existe crise econômica”, emendou.

Em discurso também nesta sexta (7), na reunião do Brics, o presidente disse que o país está superando o mal momento. “O Brasil está superando uma das crises mais graves de sua história, graças a uma ambiciosa agenda de reformas  e com a volta do crescimento e do emprego”, afirmou.

Temer viajou para o Alemanha em meio a uma ampla crise política no Brasil, em que o presidente é alvo de uma denúncia de corrupção apresentada pela Procuradoria-Geral da República tendo como base as delações de executivos da JBS.

Na internet, por conta da informação, o presidente virou piada.

Protestos

O encontro do G20 acontece em meio a protestos, que ontem (6) resultaram em 159 policiais feridos e 60 manifestantes presos. O protesto foi realizado por jovens encapuzados, com o lema “Bem-vindos ao inferno”. Hoje, a polícia voltou a usar canhões de água para dispersar os que tentavam bloquear o acesso à cúpula.

Protestos contra o G20 têm como lema “Bem-vindos ao inferno” (Divulgação/EBC)

Também houve protestos em frente à residência em que Donald Trump está hospedado. Os protestos impediram que sua esposa, Melania Trump, pudesse sair do edifício. “Até agora, a polícia não nos deu um OK em relação à segurança para podermos deixar a residência”, declarou um porta-voz da primeira-dama, que participaria de um encontro de esposas e maridos dos governantes.

Da Agência Brasil, com redação

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