
O governo de Romeu Zema vem apresentando resultados expressivos na segurança pública, mesmo com a delicada situação financeira que herdou das gestões anteriores, o que dificulta o custeio do setor e a compra de equipamentos.
Em apenas um ano de mandato, os crimes violentos caíram 53% e os homicídios tiveram baixa de 37%. Isso apesar de o efetivo da Polícia Militar ter 5 mil homens a menos do que tinha há 11 anos. O uso intensivo da tecnologia e o desenvolvimento de técnicas de investigação e de patrulhamento foram fundamentais para esses índices. Mas nada disso seria possível sem a dedicação dos homens e mulheres que passam a vida a proteger a população de Minas Gerais.
Uma segurança efetiva é fundamental a todos os cidadãos. É também essencial para atrair investimentos e empregos — o que vem sendo uma das marcas do governo Zema.
Recentemente, vivemos duas situações que nos encheram de orgulho do trabalho de nossos policiais, bombeiros e demais servidores da Segurança Pública: o resgate das vítimas de Brumadinho e o atendimento às vítimas das chuvas que assolaram o Estado neste início de ano.
Mesmo com tantos méritos, as forças de segurança não tiveram reconhecimento nos últimos governos, já que a categoria não tem correção inflacionária desde abril de 2015. Além disso, em mais da metade dos estados brasileiros, o salário de um soldado é maior do que o dos profissionais mineiros.
Pela importância da segurança pública e considerando que é a categoria com maior defasagem em termos de correção inflacionária – cenário diferente para outros setores, o governo achou por bem conceder uma recomposição salarial que revisa as perdas monetárias que esses servidores tiveram nos últimos anos e que de modo algum impacta na responsabilidade fiscal e nem compromete o Regime de Recuperação Fiscal (RRF).
É inegável que outras categorias valorosas e fundamentais, como os servidores da educação e da saúde, também merecem uma melhor remuneração. Eu me dedico diariamente a aprovar as medidas de recuperação fiscal que vão equalizar as contas do Estado e, com isso, permitir que haja recursos para as recomposições inflacionárias das demais categorias.










